Pra felicidade geral dos meus cinco leitores, estou de volta. Nossa, não esperava tanta manifestação por conta da minha preguiça em escrever, hehe. Sem contar os comentários dos amigos e anônimos publicados no último post, recebi várias outras reclamações - pessoalmente - por ficar tanto tempo sem dar as caras por aqui, he. Foi bom. Faz bem ao ego saber que que minhas humildes Reminiscências conquistou alguns leitores fieis (caiu o acento? acho que sim, é ditongo aberto, afe!)
Porém, pessoas, tentem lembrar que isto aqui é um passatempo para mim. Ao contrário de alguns blogueiros amigos [né, seu Paçoca], eu não ganho dindim com meu blog. E, infelizmente, não ganhei na megasena. Portanto, tenho que cuidar da minha sobrevivência, ho. Foi um período complicado, como muita gente me pedindo orçamento para assessorias (oba!), muitas reuniões e, claro, meu trabalho no JL. Além de uns probleminhas pessoais, só pra dar um gostinho amargo. Mas, enfim, tudo na vida é passageiro, menos o motorista e o cobrador.
Neste mais de um mês que fiquei afastada, aconteceram várias coisas na minha vida. A mais engraçada você pode lido no Baixo Clero, que foi a minha briga com o governador Roberto Requião pelo Twitter. (Sim, eu tenho Twitter e escrevo mais lá que aqui. Portanto, se quiser ficar sabendo das últimas e dos meus mais ácidos comentários, me siga, hoho).
O Requião tuiteiro é um fanfarrão, hehe. Adoro. E a briga foi mais ou menos o seguinte: ele não gostou quando indaguei porque ele passava tanto tempo no Twitter se, teoricamente, ele ainda teria um Estado para governar. Ele me respondeu que quem tuitava para ele era Genival José, um assessor, quando estava ocupado. Aí eu perguntei se o Genival José era seu secretário de Estado para Assuntos Twitteiros e se seu cargo e salário constava no site da Transparência, he. Bravinho, Requião me deu unfollow, ou seja, não recebo mais o que ele tuita. Mas não tem importância. Eu aindo confiro tudo o que ele escreve mesmo assim. E agora comecei a contagem regressiva para sua saída do governo, ho.
Dia 1 de abril, ele entrega o cargo ao Pessuti. Nada me tira da cabeça que a data foi escolhida a dedo. No meio da cerimônia ele vai gritar: "Te peguei, 1 de Abril! Vão ter que me aturar!" Hoho, fanfarrão como sempre.
Tem coisas que acontecem e que marcam. Ficam guardadas dentro da memória como cocô de cachorro na sola do tênis. Às vezes, são boas lembranças. Às vezes, não. Colocá-las em público é uma forma de exorcizar alguns demônios da minha mente. Tudo que você vai ler aqui, tem um fundo de verdade. Mas é a minha verdade.
sábado, 20 de março de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Mediação no blog, que merda!
Caros leitores, estou iniciando o serviço de mediação nos comentários. Agora, antes de ser publicado, o comentário vai passar por meu crivo pessoal. Vocês podem continuar me xingando sem problemas. Não vou censurar. Mas não vou admitir injúria, calúnia e difamação aqui.
Tenho dito.
Tenho dito.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Eu faço o que gosto. E ponto.
Esta semana, duas pessoas bem diferentes entre si, mas ambas bem sucedidas em suas profissões, chegaram a mim e confessaram que o sonho da vida delas era ser jornalista. E que adoravam minhas matérias no JL porque era aquilo que queriam estar fazendo: denunciando problemas, ajudando a melhorar o mundo. A sinceridade de ambas me pegou de surpresa. Não era a bajulação normal que a gente recebe, em alguns momentos, por alguns que querem conquistar nossa simpatia e, portanto, sair bem na foto. Ou na matéria. Até porque os dois não precisam disso. Eles têm de sobra bajuladores pendurados nos seus respectivos sacos.
Mas como assim? Dois caras importantes, com carreiras sólidas e grande influência, até política, sonhando a vida inteira seguir uma profissão diferente daquelas que lhe trouxe sucesso e poder? E jornalismo, ainda por cima? Uma profissão que paga mal, que obriga os pobres coitados a pegar dois ou até três trabalhos ao mesmo tempo para ter uma vida razoavelmente decente, que dá muita dor de cabeça e muito pouco reconhecimento (com exceção, é claro, de alguns globais)? Que sempre leva a culpa pelas cagadas alheias (afinal, a culpa é sempre da imprensa golpista, não é mesmo, sr. Requião?)?
Mas eu entendo os dois e fiquei sensibilizada. Deve ser triste ter um sonho de profissão e não poder realizá-lo, mesmo com todo dinheiro do mundo. Apesar de todos os contras da profissão, sou também apaixonada por jornalismo. Desde os meus 10 anos, eu sabia que seria jornalista. Enquanto meus amigos sonhavam em ser astronautas, médicos e engenheiros, eu lia jornais, assistia noticiários e estava por dentro de tudo que rolava no mundo. Nunca soube (e ainda não sei) quem era a banda do momento. Nunca me liguei em detalhes técnicos de filmes, a não ser se gostava ou não da história. Mas sabia tudo o que estava rolando na política nacional e internacional, na economia, na cidade.
Eu gosto daquilo que eu faço. E gosto ainda mais quando estou numa redação, trabalhando como repórter. Me divirto trabalhando, tenho paixão por reportagens e nunca recuso uma pauta. Qualquer pauta pode ser uma boa pauta, na minha opinião, desde que você a faça com prazer. Sofro, sim, com a falta de dinheiro. Mas não a trocaria mesmo que isso significasse mais dinheiro. Eu acho que a gente tem que fazer, sempre, aquilo que dá prazer. E o jornalismo ainda me dá prazer.
Mas como assim? Dois caras importantes, com carreiras sólidas e grande influência, até política, sonhando a vida inteira seguir uma profissão diferente daquelas que lhe trouxe sucesso e poder? E jornalismo, ainda por cima? Uma profissão que paga mal, que obriga os pobres coitados a pegar dois ou até três trabalhos ao mesmo tempo para ter uma vida razoavelmente decente, que dá muita dor de cabeça e muito pouco reconhecimento (com exceção, é claro, de alguns globais)? Que sempre leva a culpa pelas cagadas alheias (afinal, a culpa é sempre da imprensa golpista, não é mesmo, sr. Requião?)?
Mas eu entendo os dois e fiquei sensibilizada. Deve ser triste ter um sonho de profissão e não poder realizá-lo, mesmo com todo dinheiro do mundo. Apesar de todos os contras da profissão, sou também apaixonada por jornalismo. Desde os meus 10 anos, eu sabia que seria jornalista. Enquanto meus amigos sonhavam em ser astronautas, médicos e engenheiros, eu lia jornais, assistia noticiários e estava por dentro de tudo que rolava no mundo. Nunca soube (e ainda não sei) quem era a banda do momento. Nunca me liguei em detalhes técnicos de filmes, a não ser se gostava ou não da história. Mas sabia tudo o que estava rolando na política nacional e internacional, na economia, na cidade.
Eu gosto daquilo que eu faço. E gosto ainda mais quando estou numa redação, trabalhando como repórter. Me divirto trabalhando, tenho paixão por reportagens e nunca recuso uma pauta. Qualquer pauta pode ser uma boa pauta, na minha opinião, desde que você a faça com prazer. Sofro, sim, com a falta de dinheiro. Mas não a trocaria mesmo que isso significasse mais dinheiro. Eu acho que a gente tem que fazer, sempre, aquilo que dá prazer. E o jornalismo ainda me dá prazer.
sábado, 30 de janeiro de 2010
O tempo e o diploma
Foi só pra mim ou você também acha que janeiro passou voando? Antigamente (e bota antigamente nisso) parecia que um mês demorava um ano para passar. Um ano, então, levava uma década. Enfim, você, que tem mais de 40, deve entender o que estou falando. Se não tem, um dia vai entender. Pode esperar.
Bom, e porque estou escrevendo isso? É que sexta-feira, dia 29, meu filho se formou na faculdade. Ou seja, tô realmente ficando velha. Nem o nascimento do meu neto, há quase três anos, me deu esta consciência. Principalmente porque hoje, mulheres de 30, 34 anos já são avós. Mas vê-lo, ali, no Moringão, de beca, no mesmo lugar em que eu colei grau, há trocentos anos, me emocionou um monte. Principalmente porque ele foi na minha formatura, ainda um bebê de um ano e poucos meses. Agora era ele ali, no meu lugar.
Além desta constatação básica de que o tempo passou, a formatura do meu filho me deu também uma satisfação profunda, tipo dever cumprido, sabe? Acho que qualquer pessoa com filhos pode entender facilmente o que estou sentindo. Quando a gente tem filhos, faz o que pode e - às vezes - até o que não pode para criá-los bem, dar-lhes uma boa educação, um futuro melhor. A maioria dos pais tenta tornar suas crianças gente decente, que valha a pena ser chamados de seres humanos. Às vezes, nem sempre consegue.
Eu, me orgulho de dizer, consegui, apesar das minhas falhas como pessoa e até como mãe. Tá, tive ajuda do pai dele, por um bom período. Mas a bucha grossa caiu sempre nas minhas costas. Fui eu quem teve que falar de sexo, masturbação, aids e drogas com ele. Fui eu quem chamou a atenção e corrigiu os erros e também quem apoiou e deu os parabéns pelos acertos. Fui eu quem estimulou ele a estudar e ser alguém. Fui eu quem o fez crescer até se tornar um homem bom, sem preconceitos, de mente aberta e responsável pelos seus atos. Calma, ele não é perfeito. Tem falhas, sim, como todo mundo. Mas, de modo geral, posso dizer que fiz um bom trabalho.
Tudo que eu podia fazer por ele, eu fiz. Agora, é a vez dele fazer o máximo pelo filho. E eu vou estar atrás, sempre, dando meu apoio. Porém, a bola está com ele. Meu trabalho está feito.
Bom, e porque estou escrevendo isso? É que sexta-feira, dia 29, meu filho se formou na faculdade. Ou seja, tô realmente ficando velha. Nem o nascimento do meu neto, há quase três anos, me deu esta consciência. Principalmente porque hoje, mulheres de 30, 34 anos já são avós. Mas vê-lo, ali, no Moringão, de beca, no mesmo lugar em que eu colei grau, há trocentos anos, me emocionou um monte. Principalmente porque ele foi na minha formatura, ainda um bebê de um ano e poucos meses. Agora era ele ali, no meu lugar.
Além desta constatação básica de que o tempo passou, a formatura do meu filho me deu também uma satisfação profunda, tipo dever cumprido, sabe? Acho que qualquer pessoa com filhos pode entender facilmente o que estou sentindo. Quando a gente tem filhos, faz o que pode e - às vezes - até o que não pode para criá-los bem, dar-lhes uma boa educação, um futuro melhor. A maioria dos pais tenta tornar suas crianças gente decente, que valha a pena ser chamados de seres humanos. Às vezes, nem sempre consegue.
Eu, me orgulho de dizer, consegui, apesar das minhas falhas como pessoa e até como mãe. Tá, tive ajuda do pai dele, por um bom período. Mas a bucha grossa caiu sempre nas minhas costas. Fui eu quem teve que falar de sexo, masturbação, aids e drogas com ele. Fui eu quem chamou a atenção e corrigiu os erros e também quem apoiou e deu os parabéns pelos acertos. Fui eu quem estimulou ele a estudar e ser alguém. Fui eu quem o fez crescer até se tornar um homem bom, sem preconceitos, de mente aberta e responsável pelos seus atos. Calma, ele não é perfeito. Tem falhas, sim, como todo mundo. Mas, de modo geral, posso dizer que fiz um bom trabalho.
Tudo que eu podia fazer por ele, eu fiz. Agora, é a vez dele fazer o máximo pelo filho. E eu vou estar atrás, sempre, dando meu apoio. Porém, a bola está com ele. Meu trabalho está feito.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
ExpoLondrina, delícia.
Fui, por obrigação de ofício, à coletiva da Sociedade Rural de Londrina sobre a ExpoLondrina 2010. E muito me surpreendi em ver o auditório cheio, teoricamente, de coleguinhas. Nossa, mas como surgem veículos de comunicação em Londrina, não é mesmo? Principalmente em época de Expo, ho.
Aliás, vou confessar. Adoro a Expo. Curto muito este clima ruralista que toma conta da cidade. Eu, como uma legítima caipira do interiorrrr paulista, me sinto em casa. Colegas torcem o nariz mas eu me divirto sempre. E trabalho bem feliz pisando em bosta de vaca e escutando sertanejo o dia inteiro na Rádio Rural.
Também, pudera. Aquilo lá é quase minha casa. Trabalho na assessoria de imprensa da Expo desde 1992, quando ainda usávamos máquinas de escrever e fax para transmitir matérias, he. De lá pra cá, só fiquei dois anos afastada. No meu começo, as ruas da Rural não eram todas asfaltadas; para achar um entrevistado tínhamos que caminhar horas pelo Parque Ney Braga. Eu abençoei o inventor do celular, ho.
Uma vez, quando a responsabilidade de credenciar os veículos ainda era da Assessoria de Imprensa, ficamos abobados com o número de pedidos de credencial. Era coisa em torno de 1200 solicitações para mais de 200 veículos. Tinha até jornal de escola pedindo credencial e na relação de profissionais vinha o nome de uma família inteira. O sonho de consumo de muitos londrinenses era ter uma credencial da Expo. A política da diretoria da época colaborava porque a ordem era "libera geral". E a gente liberava. Depois que puseram ordem na zona, he. E, felizmente, tiraram da Assessoria a responsabilidade.
Em um destes anos na assessoria, briguei como então repórter do jornal O Estado do Paraná, Homero Barbosa Neto (sim, o prefeito). O repórter Barbosa queria uma credencial de estacionamento para o carro particular dele. E não entendia que eu não tinha estas credenciais para ceder. Ele ficou muito bravo e foi grosso comigo. Eu, a mais fina flor de educação suíça, mandei ele para um lugar bem interessante, ho. Hoje seria desacato?
Aliás, vou confessar. Adoro a Expo. Curto muito este clima ruralista que toma conta da cidade. Eu, como uma legítima caipira do interiorrrr paulista, me sinto em casa. Colegas torcem o nariz mas eu me divirto sempre. E trabalho bem feliz pisando em bosta de vaca e escutando sertanejo o dia inteiro na Rádio Rural.
Também, pudera. Aquilo lá é quase minha casa. Trabalho na assessoria de imprensa da Expo desde 1992, quando ainda usávamos máquinas de escrever e fax para transmitir matérias, he. De lá pra cá, só fiquei dois anos afastada. No meu começo, as ruas da Rural não eram todas asfaltadas; para achar um entrevistado tínhamos que caminhar horas pelo Parque Ney Braga. Eu abençoei o inventor do celular, ho.
Uma vez, quando a responsabilidade de credenciar os veículos ainda era da Assessoria de Imprensa, ficamos abobados com o número de pedidos de credencial. Era coisa em torno de 1200 solicitações para mais de 200 veículos. Tinha até jornal de escola pedindo credencial e na relação de profissionais vinha o nome de uma família inteira. O sonho de consumo de muitos londrinenses era ter uma credencial da Expo. A política da diretoria da época colaborava porque a ordem era "libera geral". E a gente liberava. Depois que puseram ordem na zona, he. E, felizmente, tiraram da Assessoria a responsabilidade.
Em um destes anos na assessoria, briguei como então repórter do jornal O Estado do Paraná, Homero Barbosa Neto (sim, o prefeito). O repórter Barbosa queria uma credencial de estacionamento para o carro particular dele. E não entendia que eu não tinha estas credenciais para ceder. Ele ficou muito bravo e foi grosso comigo. Eu, a mais fina flor de educação suíça, mandei ele para um lugar bem interessante, ho. Hoje seria desacato?
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Mentes tacanhas
Foi só o Claudião publicar esta foto aqui pras mentes tacanhas desta cidade - que quer ser metrópole - começarem a aparecer. Alguns comentários me deixaram atônita. Gente, quiquié isso?
Como, em 2010, alguém ainda chama homossexualismo de aberração? Como tem gente que acha que um programa de TV vai influenciar nossos filhos a serem gays? Fiquei absurdada com opiniões tão retrógradas de uma gente que se diz tão esclarecida e politizada. Londrina está provando, mais uma vez, que é um sítio, desses bem perdidos no meio do matagal, onde o auge da diversão é atirar em onças. Credo, que decepção.
Alguns dos meus melhores amigos são gays. São pessoas ótimas, carinhosas, honestas, trabalhadoras, inteligentes, divertidas, muito melhores e com mais caráter - por sinal - que algumas de nossas autoridades.
E daí que gostam de dar o cu? É deles. Não tão tirando de ninguém para isso. E daí que se apaixonam por pessoas do mesmo sexo? Quando formam casais, são muito mais estruturados psicologicamente que a maioria dos casais heteros. Não podem ter filhos? Eles adotam e dão muito amor e respeito a crianças que a maioria trata como lixo social. Às vezes, dão mais amor que os próprios pais biológicos, que estupram, abusam e enfiam agulhas em bebês.
Esse povo que gosta de usar Deus para justificar seus preconceitos deveria pensar duas vezes antes de usar o nome Dele em vão. Ou então, o Deus deles não é o mesmo que o meu. O meu Deus é amor e e Ele não tá muito preocupado com coisas menores como quem está trepando com quem.
Como, em 2010, alguém ainda chama homossexualismo de aberração? Como tem gente que acha que um programa de TV vai influenciar nossos filhos a serem gays? Fiquei absurdada com opiniões tão retrógradas de uma gente que se diz tão esclarecida e politizada. Londrina está provando, mais uma vez, que é um sítio, desses bem perdidos no meio do matagal, onde o auge da diversão é atirar em onças. Credo, que decepção.
Alguns dos meus melhores amigos são gays. São pessoas ótimas, carinhosas, honestas, trabalhadoras, inteligentes, divertidas, muito melhores e com mais caráter - por sinal - que algumas de nossas autoridades.
E daí que gostam de dar o cu? É deles. Não tão tirando de ninguém para isso. E daí que se apaixonam por pessoas do mesmo sexo? Quando formam casais, são muito mais estruturados psicologicamente que a maioria dos casais heteros. Não podem ter filhos? Eles adotam e dão muito amor e respeito a crianças que a maioria trata como lixo social. Às vezes, dão mais amor que os próprios pais biológicos, que estupram, abusam e enfiam agulhas em bebês.
Esse povo que gosta de usar Deus para justificar seus preconceitos deveria pensar duas vezes antes de usar o nome Dele em vão. Ou então, o Deus deles não é o mesmo que o meu. O meu Deus é amor e e Ele não tá muito preocupado com coisas menores como quem está trepando com quem.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Auto-retrospectiva
No último dia do ano, de qualquer ano - desde que me lembro por gente -, sempre me pego fazendo um balanço dos 364 dias anteriores. Este ano não foi diferente. E, depois de fechado o balanço, posso dizer que, pra mim, 2009 foi mediano. Um ano que não fez tanta diferença assim e que não vai fazer falta.
2009 foi uma merda em determinados sentidos e ótimo em outros. A merda ficou para a área financeira e profissional. Começou com a crise econômica mundial que fudeu com alguns trabalhos, que foram cancelados. Nunca, em toda minha vida profissional, passei tantos meses sem fazer frilas em assessoria de imprensa, textos comerciais, folders, e etc. E os poucos que apareceram me deram prejuízo. Tomei dois calotes monumentais que ferraram com minha conta bancária.
Profissionalmente, a coisa deu sinais que iria melhorar no final do ano, quando veio a notícia de que o Paraná Shimbun iria fechar. Doeu. Não tanto por perder o emprego -claro que isso conta também - mas pelo fato da cidade perder mais um jornal. E não um jornal qualquer, mas um jornal que tem 60 anos de tradição e história. Enfim, eu e Mahoko Kasuya (a proprietária) estamos fazendo de tudo para tentar salvar o jornal, mesmo que eu não faça mais parte de sua história. Estou atrás de investidores ou até interessados em comprar um jornal bem legal. Ah, e de emprego também, he.
Na vida pessoal, o ano foi bom, ainda bem. Fiz novos amigos, revi velhos amigos, me apaixonei, me desapaixonei, enfim, aquelas coisas de sempre. Hoje, meu coração vazio voa vadio feito uma pipa no ar.....(hohoho, como diz a velha música do Boca Livre) Mas o principal é que fecho o ano na boa, sem mágoas ou rancores. Não, rancor tem sim, mas só do ex-marido que foi um canalha com o filho o ano inteiro. Ele é o único que quero que se foda em 2010, hahaha. No resto, tô de boa.
Enfim, é isso. Entre mortos e feridos, salvaram-se todos. 2010 vai ser muito melhor. E se alguém estiver precisando de uma jornalista competente (à merda com falsa modéstia: sou muito boa naquilo que faço) e experiente, é só entrar em contato, he.
Beijo para todos os amigos que me visitam aqui e um especial para você, Zé Ricardo, meu primo e meu irmão.
2009 foi uma merda em determinados sentidos e ótimo em outros. A merda ficou para a área financeira e profissional. Começou com a crise econômica mundial que fudeu com alguns trabalhos, que foram cancelados. Nunca, em toda minha vida profissional, passei tantos meses sem fazer frilas em assessoria de imprensa, textos comerciais, folders, e etc. E os poucos que apareceram me deram prejuízo. Tomei dois calotes monumentais que ferraram com minha conta bancária.
Profissionalmente, a coisa deu sinais que iria melhorar no final do ano, quando veio a notícia de que o Paraná Shimbun iria fechar. Doeu. Não tanto por perder o emprego -claro que isso conta também - mas pelo fato da cidade perder mais um jornal. E não um jornal qualquer, mas um jornal que tem 60 anos de tradição e história. Enfim, eu e Mahoko Kasuya (a proprietária) estamos fazendo de tudo para tentar salvar o jornal, mesmo que eu não faça mais parte de sua história. Estou atrás de investidores ou até interessados em comprar um jornal bem legal. Ah, e de emprego também, he.
Na vida pessoal, o ano foi bom, ainda bem. Fiz novos amigos, revi velhos amigos, me apaixonei, me desapaixonei, enfim, aquelas coisas de sempre. Hoje, meu coração vazio voa vadio feito uma pipa no ar.....(hohoho, como diz a velha música do Boca Livre) Mas o principal é que fecho o ano na boa, sem mágoas ou rancores. Não, rancor tem sim, mas só do ex-marido que foi um canalha com o filho o ano inteiro. Ele é o único que quero que se foda em 2010, hahaha. No resto, tô de boa.
Enfim, é isso. Entre mortos e feridos, salvaram-se todos. 2010 vai ser muito melhor. E se alguém estiver precisando de uma jornalista competente (à merda com falsa modéstia: sou muito boa naquilo que faço) e experiente, é só entrar em contato, he.
Beijo para todos os amigos que me visitam aqui e um especial para você, Zé Ricardo, meu primo e meu irmão.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Apareceu a margarida!
Êeeeeee, povo, ó eu aqui de volta. Sim, tô viva. Não, ainda não fui à pqp. Bom, as férias foram óteemas! Me diverti muito, namorei muito, li muito e só cocei muuuito. Não, elas não duraram dois meses, como pode parecer pelo meu último post. Só não andava com muito saco pra postar. Voltar de férias me deixa irritada, ho.
Bom, voltei. E as notícias não são nadas boas. Deixa eu ver por onde começar...hum, acho que pelo cigarro, né não?
Depois que esta lei antitabagismo entrou em vigor, povo anda neurótico. Como assim, não pode fumar no estacionamento do Valentino???? Porra, aquilo lá é tudo aberto... Como assim, tem que ir pra outra calçada e não aquela que fica a 10 metros da marquise do shopping Catuaí? Como assim não pode pegar a cadeira do bar e fumar sentado na calçada? Nossa, a multa de cinco mil reais tá deixando os donos de bar ansiosos...
Seria interessante que multassem em cinco mil pacotinhos também o dono do bar que deixasse o cliente sair embriagado, né não? Ou talvez cobrar cinco mil mangos do cara que fosse pego dirigido alcoolizado. Afinal, matar por matar inocentes, um bebum mata muito mais rápido que um fumante, né não? Meu cigarrinho gera uma multa de R$ 5 mil e se eu for pega dirigindo beuba, vou pagar só R$950. Corretíssimo, sr. Requião.
Enfim, não tão deixando fumar nas cadeias e nos hospícios. Incoerência, né não? Ali o povo nem pode ir pra calçada acender seus caretinhas. Logo, logo vai ter milhões de rebeliões. Vai ter doido soltando fumacinha de raiva. Enfã, quem pariu Inês que a embale.
Bom, voltei. E as notícias não são nadas boas. Deixa eu ver por onde começar...hum, acho que pelo cigarro, né não?
Depois que esta lei antitabagismo entrou em vigor, povo anda neurótico. Como assim, não pode fumar no estacionamento do Valentino???? Porra, aquilo lá é tudo aberto... Como assim, tem que ir pra outra calçada e não aquela que fica a 10 metros da marquise do shopping Catuaí? Como assim não pode pegar a cadeira do bar e fumar sentado na calçada? Nossa, a multa de cinco mil reais tá deixando os donos de bar ansiosos...
Seria interessante que multassem em cinco mil pacotinhos também o dono do bar que deixasse o cliente sair embriagado, né não? Ou talvez cobrar cinco mil mangos do cara que fosse pego dirigido alcoolizado. Afinal, matar por matar inocentes, um bebum mata muito mais rápido que um fumante, né não? Meu cigarrinho gera uma multa de R$ 5 mil e se eu for pega dirigindo beuba, vou pagar só R$950. Corretíssimo, sr. Requião.
Enfim, não tão deixando fumar nas cadeias e nos hospícios. Incoerência, né não? Ali o povo nem pode ir pra calçada acender seus caretinhas. Logo, logo vai ter milhões de rebeliões. Vai ter doido soltando fumacinha de raiva. Enfã, quem pariu Inês que a embale.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Foooolga!
Meus queridos quatro leitores (viu, Zé Ricardo, já inclui você, hehehe), não se assustem mas não morri, não fui abduzida muito menos raptada. Estou apenas curtindo um merecido descanso, longe deste computador escravizante. Mas logo, logo, estarei de volta. Só espero ter coisas pra escrever, visto que estou totalmente zen, longe de tudo e todos, com apenas livros e gatos por companhia, ho. A nota triste é que, infelizmente, são gatos de quatro patas, hehehe.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Diálogo pelo MSN
- Oi, tá ocupado?
- Oi, não, pode falar.
- Posso fazer uma pergunta seríssima?
- Manda.
- Como é o nome técnico da cinta-caralha?
- DO QUÊ?!!!!!
- Cinta-caralha. Vai dizer que não sabe o que é?
- Aquele negócio que usam pra por um bilau artificial? Já vi em filmes...
- Esse mesmo. Sabe como chama?
- Tá querendo comprar uma?
- Não, preciso saber o nome técnico.
- Porquê?
- Meu estagiário tem que fazer uma matéria sobre profissões para a faculdade. E ele resolveu entrevistar um vendedor de sex-shop. O vendedor disse que é o produto que mais sai. Inclusive pra casal de idosos, haha. Mas ele não quer usar o termo cinta-caralha no texto.
- E porque ele não perguntou pro vendedor?
- Meu, é estagiário. Estudante de jornalismo. É por isso que não perguntou.
- Oi, não, pode falar.
- Posso fazer uma pergunta seríssima?
- Manda.
- Como é o nome técnico da cinta-caralha?
- DO QUÊ?!!!!!
- Cinta-caralha. Vai dizer que não sabe o que é?
- Aquele negócio que usam pra por um bilau artificial? Já vi em filmes...
- Esse mesmo. Sabe como chama?
- Tá querendo comprar uma?
- Não, preciso saber o nome técnico.
- Porquê?
- Meu estagiário tem que fazer uma matéria sobre profissões para a faculdade. E ele resolveu entrevistar um vendedor de sex-shop. O vendedor disse que é o produto que mais sai. Inclusive pra casal de idosos, haha. Mas ele não quer usar o termo cinta-caralha no texto.
- E porque ele não perguntou pro vendedor?
- Meu, é estagiário. Estudante de jornalismo. É por isso que não perguntou.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Cigarro proibido
Pois é. A Maria Louca teve que copiar o Careca de São Paulo e agora é proibido fumar no Paraná. A assinatura foi hoje e a lei deve entrar em vigor dentro de 60 dias. Resultado: nós, fumantes, tivemos nossos direitos cerceados. Fumar sossegado, agora, só em casa ou na rua. Daqui a algum tempo, prevejo que na rua também seremos proibidos.
Principalmente depois que descobrirem que as bitucas jogadas nas ruas vão diretamente para nossos rios e lagos, causando uma poluição desgraçada. Ou você acha que os bares e restaurantes, órgãos públicos e outros vão colocar cinzeiros nas calçadas? O pessoal da ONG MAE deve estar com os cabelinhos em pé, pensando na quantidade de bitucas vão rolar pelas galerias pluviais. Marcelo Frazão, meu amigo, deve estar parindo gatinhos só de pensar, ho. Ele sempre pegou no meu pé quando jogava alguma bituca na rua. Ganhei vários porta-bitucas dele. Vou ter que usá-lo ou perderei um amigo.
Mas o que me deixa puta da vida, nisto tudo, é que insistem em dizer que estão protegendo os fumantes passivos de uma morte certa e usam uma suposta estatística da Organização Mundial de Saúde para justificar seus atos. Segundo esta estatística, o fumo passivo seria a terceira causa de morte evitável no mundo. Só que OMS nunca afirmou isto. Duvida? Leia aqui. O site Eu Fumo, que defende o fumante e não o fumo, traz notícias esclarecedoras, em leitura fácil, para que qualquer não fumante chato entenda.
Enfim, somos poucos agora. E vejo que seremos ainda menos amanhã. Mas, por minha parte, resistirei o máximo possível. E ainda tem bares que posso frequentar, ho.
Principalmente depois que descobrirem que as bitucas jogadas nas ruas vão diretamente para nossos rios e lagos, causando uma poluição desgraçada. Ou você acha que os bares e restaurantes, órgãos públicos e outros vão colocar cinzeiros nas calçadas? O pessoal da ONG MAE deve estar com os cabelinhos em pé, pensando na quantidade de bitucas vão rolar pelas galerias pluviais. Marcelo Frazão, meu amigo, deve estar parindo gatinhos só de pensar, ho. Ele sempre pegou no meu pé quando jogava alguma bituca na rua. Ganhei vários porta-bitucas dele. Vou ter que usá-lo ou perderei um amigo.
Mas o que me deixa puta da vida, nisto tudo, é que insistem em dizer que estão protegendo os fumantes passivos de uma morte certa e usam uma suposta estatística da Organização Mundial de Saúde para justificar seus atos. Segundo esta estatística, o fumo passivo seria a terceira causa de morte evitável no mundo. Só que OMS nunca afirmou isto. Duvida? Leia aqui. O site Eu Fumo, que defende o fumante e não o fumo, traz notícias esclarecedoras, em leitura fácil, para que qualquer não fumante chato entenda.
Enfim, somos poucos agora. E vejo que seremos ainda menos amanhã. Mas, por minha parte, resistirei o máximo possível. E ainda tem bares que posso frequentar, ho.
domingo, 27 de setembro de 2009
Ainda sobre a Câmara
Batendo um papinho amigável com um membro do primeiro escalão do governo Barbosa Neto, estes dias, fiquei sabendo algumas coisinhas interessantes sobre a atual crise na Câmara de Vereadores de Londrina. Uma delas é que o Governo, de modo geral, está vibrando de alegria.
Segundo o informante, a crise fez alguns nobres vereadores baixarem a bola. Antes de estourar (a crise, não os vereadores, ho), era comum ver certas pessoas entraram na Prefeitura pisando duro e batendo no peito. "Agora, estão murchinhos, murchinhos", me disse entre risos. Segundo ele, os edis estão até usando palavrinhas como "por favor", "com licença" e "obrigado", verbetes até então desconhecidos no vocabulário da maioria, he.
Meu informante disse que, agora, o pessoal novato descobriu o poder da imprensa e, também, que vão precisar do apoio do Barbosa.
Segundo o informante, a crise fez alguns nobres vereadores baixarem a bola. Antes de estourar (a crise, não os vereadores, ho), era comum ver certas pessoas entraram na Prefeitura pisando duro e batendo no peito. "Agora, estão murchinhos, murchinhos", me disse entre risos. Segundo ele, os edis estão até usando palavrinhas como "por favor", "com licença" e "obrigado", verbetes até então desconhecidos no vocabulário da maioria, he.
Meu informante disse que, agora, o pessoal novato descobriu o poder da imprensa e, também, que vão precisar do apoio do Barbosa.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Pra não dizer que não falei da Câmara
Alguns leitores estão me parando na rua para reclamar porque não escrevi sobre os novos escândalos da Câmara de Londrina. Tenho que repetir, sempre, que este blog não é sobre política. Mas, depois, fiquei pensando em algumas coisas que gostaria de dizer. A primeira delas é que as denúncias que já apareceram – neste primeiro ano de mandato - desmentem a crença propagada sobre a “renovação” da Câmara. O legislativo londrinense pode até ter carinhas novas mas, até agora, as práticas têm se mostrado que são velhas conhecidas, né não? Acho que, até o final desta legislatura, muita coisa ainda vai rolar.
Sobre o nobre edil Rodrigo Gouveia e suas supostas práticas bonilhescas (obrigado, seu Paçoca) não tenho muito a falar. Não o conheço, nem a seus antecedentes, é novato na política. Mas tenho que confessar uma coisa: a primeira vez que vi uma foto do Gouveia, em plena campanha política, ele me lembrou alguém com aquele cabelinho gomalinado. Depois caiu a ficha. Ele me parecia Collor e seu clone paranaense Martinez. Tinha até um quê de Henrique Barros. Não sei vocês mas, pra mim, isto esfriou um pouco meu entusiasmo ao sabê-lo eleito. Tá, quem vê cara não vê coração, eu sei disso. Mas, sei não. Acredito muito em primeiras impressões.
Quanto ao Paulo Arildo, eu só tenho a dizer que, com seus projetos mirabolantes de moralização da sociedade, ele está muito preocupado em cuidar da vida dos outros. E, segundo o MP, dos salários dos outros também. Eu, particularmente, acho que moralistas são um chute no saco. Principalmente porque, como temos visto (às vezes em manchetes garrafais), nem padres e pastores estão acima das tentações mundanas. Espero apenas que o Molina (leitor deste blog, como ele mesmo me confessou) seja um pouco mais sensato em sua postura.
E, para finalizar, quero lembrar que, embora alguns vereadores sejam novatos na Câmara, vários estão há muito tempo por aí, em sindicatos, associações, entidades e até cargos públicos, para serem desconhecidos da mídia. A maioria dos jornalistas e blogueiros que cobrem a política londrinense conhecem estas figuras de outros carnavais. Isto significa que vão estar atentos a qualquer coisa que aparecer. E o MP também, como está provando.
Sobre o nobre edil Rodrigo Gouveia e suas supostas práticas bonilhescas (obrigado, seu Paçoca) não tenho muito a falar. Não o conheço, nem a seus antecedentes, é novato na política. Mas tenho que confessar uma coisa: a primeira vez que vi uma foto do Gouveia, em plena campanha política, ele me lembrou alguém com aquele cabelinho gomalinado. Depois caiu a ficha. Ele me parecia Collor e seu clone paranaense Martinez. Tinha até um quê de Henrique Barros. Não sei vocês mas, pra mim, isto esfriou um pouco meu entusiasmo ao sabê-lo eleito. Tá, quem vê cara não vê coração, eu sei disso. Mas, sei não. Acredito muito em primeiras impressões.
Quanto ao Paulo Arildo, eu só tenho a dizer que, com seus projetos mirabolantes de moralização da sociedade, ele está muito preocupado em cuidar da vida dos outros. E, segundo o MP, dos salários dos outros também. Eu, particularmente, acho que moralistas são um chute no saco. Principalmente porque, como temos visto (às vezes em manchetes garrafais), nem padres e pastores estão acima das tentações mundanas. Espero apenas que o Molina (leitor deste blog, como ele mesmo me confessou) seja um pouco mais sensato em sua postura.
E, para finalizar, quero lembrar que, embora alguns vereadores sejam novatos na Câmara, vários estão há muito tempo por aí, em sindicatos, associações, entidades e até cargos públicos, para serem desconhecidos da mídia. A maioria dos jornalistas e blogueiros que cobrem a política londrinense conhecem estas figuras de outros carnavais. Isto significa que vão estar atentos a qualquer coisa que aparecer. E o MP também, como está provando.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Pelos, pra que tê-los?
Embora o dia esteja frio e chuvoso, eu comecei a me preocupar com o verão. Sinceramente, quando tenho que trabalhar, prefiro o friozinho do inverno ao calor tórrido do verão brasileiro. Se estou em férias e posso pegar uma praia ou piscina, a coisa muda, claro. Nada mais gostoso que, naquele solzão de rachar, ficar sentada embaixo do guarda-sol, tomando uma cervejinha, comendo um camarãozinho e olhando a paisagem (leia-se como paisagem aqueles belos moços bronzeados de sunga, ho). Este ano me programei para fazer exatamente isso. Tudo bem que nos dois anos anteriores tinha feito a mesma programação e, na hora H, deu tudo errado. Mas a esperança é a última que morre.
Mas o que quero realmente falar, depois deste enorme nariz de cera, é sobre os moços de sunga. Gente, tudo bem que a maioria dos homens não usa sunga (ainda bem) e também não são exatamente uns ursos de tão peludos. Mas, tenha piedade, existem alguns que parecem uns tapetes. Homem com pelos nas costas é muito feio. Pode ser o Brad Pitt ou o George Cloney, se tiver uma cobertura costal à la Tony Ramos vai ficar feio como o próprio.
Mas ainda pior que o kit Tony Ramos são aqueles cujos pelos pubianos descem pelas cavas da sunga ou calção e se espalham pelas pernas que, geralmente, têm poucos pelos. É asqueroso, credo. Nossa, será que nunca ouviram falar em aparador de pelos? Será que estes homens nunca deram uma debastada nos pelos do saco? Tremo de pavor só de pensar.
Vai uma mulher colocar um biquini ou maiô sem estar depilada. Será crucificada em praça pública. Mas homem parece se orgulhar em ser a prova viva que descende do macaco. Custa ser um pouco mais caprichoso e higiênico? Tá, eu sei que homem só troca a cueca pra ir ao médico ou quando há a possibilidade de comer uma mulher nova. Mas tenha dó. Ninguém merece ver aqueles novelos de lã escorrendo água quando saem da piscina ou mar.
Não estou defendendo aqui os metrossexuais e aqueles esquisitos que se depilam inteiros. Não. Também gosto de um peito cabeludo na medida. Só o que peço - e não acho que é pedir muito - é um pouco de bom senso. Vamos cortar aquilo que está sobrando, pessoal. Uma aparadinha aqui, uma debastadinha ali e todos podem felizes. E se algum homem acha que estou por fora ou exagerando, é só dar uma conferida no seu filme pornô preferido. A maioria dos atores pornôs apara seus pelos. Isso cria uma ilusão de ótica, aumentando o tamanho do seu amiguinho. Sem aquela floresta amazônica pra atrapalhar, ele pode brilhar mais e maior, he. A mulherada agradece.
Mas o que quero realmente falar, depois deste enorme nariz de cera, é sobre os moços de sunga. Gente, tudo bem que a maioria dos homens não usa sunga (ainda bem) e também não são exatamente uns ursos de tão peludos. Mas, tenha piedade, existem alguns que parecem uns tapetes. Homem com pelos nas costas é muito feio. Pode ser o Brad Pitt ou o George Cloney, se tiver uma cobertura costal à la Tony Ramos vai ficar feio como o próprio.
Mas ainda pior que o kit Tony Ramos são aqueles cujos pelos pubianos descem pelas cavas da sunga ou calção e se espalham pelas pernas que, geralmente, têm poucos pelos. É asqueroso, credo. Nossa, será que nunca ouviram falar em aparador de pelos? Será que estes homens nunca deram uma debastada nos pelos do saco? Tremo de pavor só de pensar.
Vai uma mulher colocar um biquini ou maiô sem estar depilada. Será crucificada em praça pública. Mas homem parece se orgulhar em ser a prova viva que descende do macaco. Custa ser um pouco mais caprichoso e higiênico? Tá, eu sei que homem só troca a cueca pra ir ao médico ou quando há a possibilidade de comer uma mulher nova. Mas tenha dó. Ninguém merece ver aqueles novelos de lã escorrendo água quando saem da piscina ou mar.
Não estou defendendo aqui os metrossexuais e aqueles esquisitos que se depilam inteiros. Não. Também gosto de um peito cabeludo na medida. Só o que peço - e não acho que é pedir muito - é um pouco de bom senso. Vamos cortar aquilo que está sobrando, pessoal. Uma aparadinha aqui, uma debastadinha ali e todos podem felizes. E se algum homem acha que estou por fora ou exagerando, é só dar uma conferida no seu filme pornô preferido. A maioria dos atores pornôs apara seus pelos. Isso cria uma ilusão de ótica, aumentando o tamanho do seu amiguinho. Sem aquela floresta amazônica pra atrapalhar, ele pode brilhar mais e maior, he. A mulherada agradece.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Decisões, decisões...
Fui convidada para levar meu humilde Reminiscências para uma nova comunidade de blogs que vem por aí. Ela vai reunir alguns dos meus blogueiros preferidos que não vou falar quais são para não gerar ciúmes (ho!). O convite, por si só, já foi uma delícia. Mas, depois de ver o layout e todas as opções que terei, fiquei entusiasmada.
O problema é: será que segurarei a peteca junto a tão ilustres pessoas? Além disso, me informaram que a comunidade ainda vai ser divulgada na grande mídia por um dos blogueiros que também é um grande jornalista. Ou seja, será lido não apenas por amigos, conhecidos e xeretas em geral, mas por quem gosta de se informar também pelos blogs.
Caraca, é muita responsa pra quem, como eu, tem um blog apenas para se divertir e escrever coisas que não pode no seu trabalho diário. Aqui, eu escrevo o que me dá na telha. Besteiras ou não, palavrões, causos, verdades e mentiras, emoções, alegrias, angústias, desabafos, enfim, coisas do meu dia-a-dia. O quê, disto tudo, pode interessar a milhares de pessoas? Será que possibilidade de ser criticada não por um ou dois anônimos imbecis mas por centenas vai acabar com minha auto-estima?
No meu trabalho, eu não tenho medo de escrever, questionar, criticar, enfim, exercer minha função como jornalista. Quero mais que me odeiem, he. Mas quando alguém me propõe expor meu escritos pessoais...ixi, me bate uma tremenda insegurança. Meus contos estão inéditos até hoje por causa disso. E aí? Que faço eu?
O problema é: será que segurarei a peteca junto a tão ilustres pessoas? Além disso, me informaram que a comunidade ainda vai ser divulgada na grande mídia por um dos blogueiros que também é um grande jornalista. Ou seja, será lido não apenas por amigos, conhecidos e xeretas em geral, mas por quem gosta de se informar também pelos blogs.
Caraca, é muita responsa pra quem, como eu, tem um blog apenas para se divertir e escrever coisas que não pode no seu trabalho diário. Aqui, eu escrevo o que me dá na telha. Besteiras ou não, palavrões, causos, verdades e mentiras, emoções, alegrias, angústias, desabafos, enfim, coisas do meu dia-a-dia. O quê, disto tudo, pode interessar a milhares de pessoas? Será que possibilidade de ser criticada não por um ou dois anônimos imbecis mas por centenas vai acabar com minha auto-estima?
No meu trabalho, eu não tenho medo de escrever, questionar, criticar, enfim, exercer minha função como jornalista. Quero mais que me odeiem, he. Mas quando alguém me propõe expor meu escritos pessoais...ixi, me bate uma tremenda insegurança. Meus contos estão inéditos até hoje por causa disso. E aí? Que faço eu?
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Até que a morte ME separe, ho!
Vou te contar, esta história do Twitter mexeu comigo. Acho que só estou conseguindo pensar em 140 caracteres, he. Meus leitores assíduos (todos os três) estão me cobrando o retorno ao blog mas tenho me divertido horrores com o Twitter. Sabe cumé, né, ali não tenho obrigação de ser coerente, ho! Mas - seja para atender aos inúmeros pedidos ou para satisfazer minha vontade de ser um pouco mais prolixa no texto - voltei. Porém, um aviso: o que vou escrever agora pode não agradar muito aos meus três leitores. Morte não é um assunto muito popular.
Calma, ninguém morreu. É só que há tempos venho querendo escrever minhas impressões sobre a morte, de um modo geral. Lamento ser eu a lhe informar, mas você vai morrer. Para usar um chavão, a morte é a única coisa certa na vida de gente. Se nasceu um dia vai pro beleléu. Ponto. A contagem regressiva começa ali, no exato momento em que o bebê respira pela primeira vez. E ninguém sabe quando chegará ao zero. Eu torço que a minha zere quando estiver com 117 anos, fazendo sexo louco com dois rapagões de 17, ho! Mas eu sei que é esperar muito. Um rapagão já bastaria.
Brincadeiras à parte, não tenho medo de morrer. Tenho medo, sim, de perder alguém querido. Mas eu mesmo não me preocupo muito com meu passamento (ixi, coisa antiga!). Sei que vou, esperneando, chutando, xingando, mas vou. Como todos. Por isto, encaro na boa. Tem gente que fica nervosa só de tocar no assunto. Todos os anos, na época da renovação do meu seguro de vida, rola um stress com meu filho.
É sempre assim: é só avisá-lo onde pode localizar a apólice e lembrá-lo do que deve fazer se eu bater as botas de repente que ele fica nervoso. Acho que nem presta atenção direito naquilo que eu estou falando. Quer logo mudar de assunto. E eu me pergunto: por quê isso? Por quê o medo insano que leva um rapaz a não querer nem saber as providências tomadas para garantir seu próprio futuro?
Aliás, as pessoas têm tanto medo da morte que deixam de lado atitudes facilitariam a vida de todos. Não custa muito fazer um seguro de vida razoável, que vai deixar filhos e/ou cônjuge garantidos por, pelo menos, um período. Mesmo assim, são poucos os que o fazem. Acham que dá azar. Na minha modestíssima opinião, azar é não ter um e, de repente, bater as botas, deixando todo mundo que depende de você ao Deus dará.
E acontece. Você sabe disso. Uma pessoa totalmente saudável pode "ir desta pra melhor" em questão de segundos. Exemplo? Há alguns anos, perdi uma amiga de faculdade na idade avançada de 28 anos. Foi levantar da cama e caiu morta. Teve um aneurisma cerebral. Um outro amigo morreu, aos 40 anos, jogando tênis. Nunca tinha fumado, não bebia, praticava esportes regularmente, tava feliz com o novo casamento e... adeus. Uma conhecida, por sua vez, está internada na UTI de um hospital de Londrina com a vida por um fio: o da tomada do respirador que a faz continuar viva. E, para finalizar, vai dizer que não conhece ao menos uma pessoa que tenha morrido em um acidente besta de trânsito?
Enfim, morte é morte. Definitiva. E, por isto mesmo, deve ser encarada de frente, sem medo e com lucidez. Estando sempre preparados, quem sabe não consigamos enganá-la, heim?
Calma, ninguém morreu. É só que há tempos venho querendo escrever minhas impressões sobre a morte, de um modo geral. Lamento ser eu a lhe informar, mas você vai morrer. Para usar um chavão, a morte é a única coisa certa na vida de gente. Se nasceu um dia vai pro beleléu. Ponto. A contagem regressiva começa ali, no exato momento em que o bebê respira pela primeira vez. E ninguém sabe quando chegará ao zero. Eu torço que a minha zere quando estiver com 117 anos, fazendo sexo louco com dois rapagões de 17, ho! Mas eu sei que é esperar muito. Um rapagão já bastaria.
Brincadeiras à parte, não tenho medo de morrer. Tenho medo, sim, de perder alguém querido. Mas eu mesmo não me preocupo muito com meu passamento (ixi, coisa antiga!). Sei que vou, esperneando, chutando, xingando, mas vou. Como todos. Por isto, encaro na boa. Tem gente que fica nervosa só de tocar no assunto. Todos os anos, na época da renovação do meu seguro de vida, rola um stress com meu filho.
É sempre assim: é só avisá-lo onde pode localizar a apólice e lembrá-lo do que deve fazer se eu bater as botas de repente que ele fica nervoso. Acho que nem presta atenção direito naquilo que eu estou falando. Quer logo mudar de assunto. E eu me pergunto: por quê isso? Por quê o medo insano que leva um rapaz a não querer nem saber as providências tomadas para garantir seu próprio futuro?
Aliás, as pessoas têm tanto medo da morte que deixam de lado atitudes facilitariam a vida de todos. Não custa muito fazer um seguro de vida razoável, que vai deixar filhos e/ou cônjuge garantidos por, pelo menos, um período. Mesmo assim, são poucos os que o fazem. Acham que dá azar. Na minha modestíssima opinião, azar é não ter um e, de repente, bater as botas, deixando todo mundo que depende de você ao Deus dará.
E acontece. Você sabe disso. Uma pessoa totalmente saudável pode "ir desta pra melhor" em questão de segundos. Exemplo? Há alguns anos, perdi uma amiga de faculdade na idade avançada de 28 anos. Foi levantar da cama e caiu morta. Teve um aneurisma cerebral. Um outro amigo morreu, aos 40 anos, jogando tênis. Nunca tinha fumado, não bebia, praticava esportes regularmente, tava feliz com o novo casamento e... adeus. Uma conhecida, por sua vez, está internada na UTI de um hospital de Londrina com a vida por um fio: o da tomada do respirador que a faz continuar viva. E, para finalizar, vai dizer que não conhece ao menos uma pessoa que tenha morrido em um acidente besta de trânsito?
Enfim, morte é morte. Definitiva. E, por isto mesmo, deve ser encarada de frente, sem medo e com lucidez. Estando sempre preparados, quem sabe não consigamos enganá-la, heim?
sábado, 8 de agosto de 2009
Até logo, Patrão!
Morreu João Milanez. A história do jornalismo londrinense ficou mais triste. E sem graça.
Seo João, o Patrão de muitos de nós, era uma figura emblemática em Londrina. Embora nunca tenha exercido o jornalismo propriamente dito, era um homem de visão e respeitava seus funcionários como nenhum outro dono de jornal o fez ou faz, até hoje. Sabia da importância de um bom jornalista para empresa crescer. Enquanto esteve à frente da Folha de Londrina, o jornal era uma empresa boa para se trabalhar. Depois que foi passado pra trás por aqueles que confiava, a Folha nunca mais foi a mesma.
Eu tive a honra de trabalhar com seo João. E embora desbocado e malicioso com a maioria das pessoas - até gente que nunca tinha visto antes -, o que lhe causou inúmeros desafetos e a pecha de caricato, posso atestar que era uma pessoa de enorme coração. Nunca deixou de ajudar um funcionário quando este precisava e nunca lhe faltou com o respeito. Nós, as mulheres que trabalhavam pra ele, erámos as "vereadoras". Nunca uma "macaca", título que reservava para as que ele comia ou fingia comer, sei lá.
Tchau, seo João. O senhor vai ficar guardado com carinho em minha memória.
Seo João, o Patrão de muitos de nós, era uma figura emblemática em Londrina. Embora nunca tenha exercido o jornalismo propriamente dito, era um homem de visão e respeitava seus funcionários como nenhum outro dono de jornal o fez ou faz, até hoje. Sabia da importância de um bom jornalista para empresa crescer. Enquanto esteve à frente da Folha de Londrina, o jornal era uma empresa boa para se trabalhar. Depois que foi passado pra trás por aqueles que confiava, a Folha nunca mais foi a mesma.
Eu tive a honra de trabalhar com seo João. E embora desbocado e malicioso com a maioria das pessoas - até gente que nunca tinha visto antes -, o que lhe causou inúmeros desafetos e a pecha de caricato, posso atestar que era uma pessoa de enorme coração. Nunca deixou de ajudar um funcionário quando este precisava e nunca lhe faltou com o respeito. Nós, as mulheres que trabalhavam pra ele, erámos as "vereadoras". Nunca uma "macaca", título que reservava para as que ele comia ou fingia comer, sei lá.
Tchau, seo João. O senhor vai ficar guardado com carinho em minha memória.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Lei anti-fumo, mas que bosta!
Como mostra esta reportagem aqui, nós, os fumantes, somos bem educados, respeitadores da lei, etc. Ao contrário dos não-fumantes chatos, não queremos irritar ninguém. Assim, com a entrada em vigor da lei anti-fumo em São Paulo - e logo no Paraná, também, se depender da Maria Louca -, mostramos mais uma vez nossa civilidade. Não pode fumar ali? Não pode, então pronto. Não vamos fumar mais ali. Principalmente se tiver multa, he.
Isso não significa que vamos desistir de nossas santas baforadas acompanhadas da sagrada cervejinha de fim de semana (ou do meio de semana também, por falar nisso). Quando entrar em vigor a lei no Paraná (e eu não tenho dúvida que vai entrar), vamos procurar outros bares, oras. Aqueles que tem espaço aberto e não vão querer perder nosso rico dinheirinho. Já tenho alguns locais especiais que venho cultuando ao longo dos anos e que vão me receber de braços abertos, eu sei. Ainda bem que eu não gosto de boates. Nada daquele tum-tum-tum, nem xitão-xitão-xitão na cabeça, pra mim.
O problema é que os não-fumantes não vão parar por aí. Não, banir nossa fumacinha das baladas não vai ser suficiente que estes pernósticos. Eles são tão chaaatos, mas tão chaaatos que vão dão um jeito de cercear ainda mais nossa liberdade. Logo, vão arrumar um jeito de proibir o ato de acender um cigarro em plena rua. Aí sim vai virar uma meleca. Aí poderão ter que enfrentar uma revolta civil.
Isso não significa que vamos desistir de nossas santas baforadas acompanhadas da sagrada cervejinha de fim de semana (ou do meio de semana também, por falar nisso). Quando entrar em vigor a lei no Paraná (e eu não tenho dúvida que vai entrar), vamos procurar outros bares, oras. Aqueles que tem espaço aberto e não vão querer perder nosso rico dinheirinho. Já tenho alguns locais especiais que venho cultuando ao longo dos anos e que vão me receber de braços abertos, eu sei. Ainda bem que eu não gosto de boates. Nada daquele tum-tum-tum, nem xitão-xitão-xitão na cabeça, pra mim.
O problema é que os não-fumantes não vão parar por aí. Não, banir nossa fumacinha das baladas não vai ser suficiente que estes pernósticos. Eles são tão chaaatos, mas tão chaaatos que vão dão um jeito de cercear ainda mais nossa liberdade. Logo, vão arrumar um jeito de proibir o ato de acender um cigarro em plena rua. Aí sim vai virar uma meleca. Aí poderão ter que enfrentar uma revolta civil.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Ah, a glória!
Estou me divertindo horrores com o tal do Twitter. Lá só posso escrever 140 caracteres por vez, mas é excelente para pensamentos rápidos e que ficam fora de contexto, o que eu tenho às vezes (aliás, sou ótima em pensamentos fora do contexto). Ou seja, o Twitter é bom pra aqueles momentos em que você tem uma ideia mas não o saco ou o tempo para desenvolvê-la.
Mas o mais legal é que, pelo Twitter, posso ficar próxima de umas bem pessoas bem legais e saber até o que alguns ídolos estão pensando naquele momento. Tipo assim, é o máximo ler os comentários que o Luís Fernando Veríssimo faz todo dia, até duas ou três vezes por dia. Só ele pra conseguir escrever uma crônica em 140 caracteres.
E minha emoção, ontem, ao descobrir que o LFVeríssimo também me segue no Twitter! Nossa, achei que fosse ter um troço. Tá, ele pode ser gentil e ter me adicionado só por educação. Não sei bem as regras de etiqueta neste novo meio de comunicação. Mas eu não adiciono automaticamente todo mundo que me segue. Será que ele faz isso? Hum, pode ser. Mas tanto faz. Tô feliz do mesmo jeito.
Porque o LFVeríssimo é meu ídolo desde que eu tinha uns 14 anos e li o primeiro livro dele que me caiu nas mãos. De lá pra cá, acompanho tudo o que posso da carreira dele, leio tudo (ou quase) que ele escreve - seja crônicas, livros, romances. Enfim, A-D-O-R-O o cara.
Adoro tanto que uma vez, ao encontrá-lo no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, fiquei seguindo ele por quase uma hora, até chamarem o voo dele. Não tive coragem de me aproximar e pedir um autógrafo. Sei que ele é tímido e morre de vergonha destas coisas. Eu amo tanto este cara, que não quis fazê-lo passar por este constrangimento. Me arrependo até hoje.
Agora ele me segue. Mesmo que seja apenas no Twitter e não leia nada que eu escrevo. Mas é bom saber disso. É a glória!
Mas o mais legal é que, pelo Twitter, posso ficar próxima de umas bem pessoas bem legais e saber até o que alguns ídolos estão pensando naquele momento. Tipo assim, é o máximo ler os comentários que o Luís Fernando Veríssimo faz todo dia, até duas ou três vezes por dia. Só ele pra conseguir escrever uma crônica em 140 caracteres.
E minha emoção, ontem, ao descobrir que o LFVeríssimo também me segue no Twitter! Nossa, achei que fosse ter um troço. Tá, ele pode ser gentil e ter me adicionado só por educação. Não sei bem as regras de etiqueta neste novo meio de comunicação. Mas eu não adiciono automaticamente todo mundo que me segue. Será que ele faz isso? Hum, pode ser. Mas tanto faz. Tô feliz do mesmo jeito.
Porque o LFVeríssimo é meu ídolo desde que eu tinha uns 14 anos e li o primeiro livro dele que me caiu nas mãos. De lá pra cá, acompanho tudo o que posso da carreira dele, leio tudo (ou quase) que ele escreve - seja crônicas, livros, romances. Enfim, A-D-O-R-O o cara.
Adoro tanto que uma vez, ao encontrá-lo no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, fiquei seguindo ele por quase uma hora, até chamarem o voo dele. Não tive coragem de me aproximar e pedir um autógrafo. Sei que ele é tímido e morre de vergonha destas coisas. Eu amo tanto este cara, que não quis fazê-lo passar por este constrangimento. Me arrependo até hoje.
Agora ele me segue. Mesmo que seja apenas no Twitter e não leia nada que eu escrevo. Mas é bom saber disso. É a glória!
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