Morreu João Milanez. A história do jornalismo londrinense ficou mais triste. E sem graça.
Seo João, o Patrão de muitos de nós, era uma figura emblemática em Londrina. Embora nunca tenha exercido o jornalismo propriamente dito, era um homem de visão e respeitava seus funcionários como nenhum outro dono de jornal o fez ou faz, até hoje. Sabia da importância de um bom jornalista para empresa crescer. Enquanto esteve à frente da Folha de Londrina, o jornal era uma empresa boa para se trabalhar. Depois que foi passado pra trás por aqueles que confiava, a Folha nunca mais foi a mesma.
Eu tive a honra de trabalhar com seo João. E embora desbocado e malicioso com a maioria das pessoas - até gente que nunca tinha visto antes -, o que lhe causou inúmeros desafetos e a pecha de caricato, posso atestar que era uma pessoa de enorme coração. Nunca deixou de ajudar um funcionário quando este precisava e nunca lhe faltou com o respeito. Nós, as mulheres que trabalhavam pra ele, erámos as "vereadoras". Nunca uma "macaca", título que reservava para as que ele comia ou fingia comer, sei lá.
Tchau, seo João. O senhor vai ficar guardado com carinho em minha memória.
Tem coisas que acontecem e que marcam. Ficam guardadas dentro da memória como cocô de cachorro na sola do tênis. Às vezes, são boas lembranças. Às vezes, não. Colocá-las em público é uma forma de exorcizar alguns demônios da minha mente. Tudo que você vai ler aqui, tem um fundo de verdade. Mas é a minha verdade.
sábado, 8 de agosto de 2009
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Lei anti-fumo, mas que bosta!
Como mostra esta reportagem aqui, nós, os fumantes, somos bem educados, respeitadores da lei, etc. Ao contrário dos não-fumantes chatos, não queremos irritar ninguém. Assim, com a entrada em vigor da lei anti-fumo em São Paulo - e logo no Paraná, também, se depender da Maria Louca -, mostramos mais uma vez nossa civilidade. Não pode fumar ali? Não pode, então pronto. Não vamos fumar mais ali. Principalmente se tiver multa, he.
Isso não significa que vamos desistir de nossas santas baforadas acompanhadas da sagrada cervejinha de fim de semana (ou do meio de semana também, por falar nisso). Quando entrar em vigor a lei no Paraná (e eu não tenho dúvida que vai entrar), vamos procurar outros bares, oras. Aqueles que tem espaço aberto e não vão querer perder nosso rico dinheirinho. Já tenho alguns locais especiais que venho cultuando ao longo dos anos e que vão me receber de braços abertos, eu sei. Ainda bem que eu não gosto de boates. Nada daquele tum-tum-tum, nem xitão-xitão-xitão na cabeça, pra mim.
O problema é que os não-fumantes não vão parar por aí. Não, banir nossa fumacinha das baladas não vai ser suficiente que estes pernósticos. Eles são tão chaaatos, mas tão chaaatos que vão dão um jeito de cercear ainda mais nossa liberdade. Logo, vão arrumar um jeito de proibir o ato de acender um cigarro em plena rua. Aí sim vai virar uma meleca. Aí poderão ter que enfrentar uma revolta civil.
Isso não significa que vamos desistir de nossas santas baforadas acompanhadas da sagrada cervejinha de fim de semana (ou do meio de semana também, por falar nisso). Quando entrar em vigor a lei no Paraná (e eu não tenho dúvida que vai entrar), vamos procurar outros bares, oras. Aqueles que tem espaço aberto e não vão querer perder nosso rico dinheirinho. Já tenho alguns locais especiais que venho cultuando ao longo dos anos e que vão me receber de braços abertos, eu sei. Ainda bem que eu não gosto de boates. Nada daquele tum-tum-tum, nem xitão-xitão-xitão na cabeça, pra mim.
O problema é que os não-fumantes não vão parar por aí. Não, banir nossa fumacinha das baladas não vai ser suficiente que estes pernósticos. Eles são tão chaaatos, mas tão chaaatos que vão dão um jeito de cercear ainda mais nossa liberdade. Logo, vão arrumar um jeito de proibir o ato de acender um cigarro em plena rua. Aí sim vai virar uma meleca. Aí poderão ter que enfrentar uma revolta civil.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Ah, a glória!
Estou me divertindo horrores com o tal do Twitter. Lá só posso escrever 140 caracteres por vez, mas é excelente para pensamentos rápidos e que ficam fora de contexto, o que eu tenho às vezes (aliás, sou ótima em pensamentos fora do contexto). Ou seja, o Twitter é bom pra aqueles momentos em que você tem uma ideia mas não o saco ou o tempo para desenvolvê-la.
Mas o mais legal é que, pelo Twitter, posso ficar próxima de umas bem pessoas bem legais e saber até o que alguns ídolos estão pensando naquele momento. Tipo assim, é o máximo ler os comentários que o Luís Fernando Veríssimo faz todo dia, até duas ou três vezes por dia. Só ele pra conseguir escrever uma crônica em 140 caracteres.
E minha emoção, ontem, ao descobrir que o LFVeríssimo também me segue no Twitter! Nossa, achei que fosse ter um troço. Tá, ele pode ser gentil e ter me adicionado só por educação. Não sei bem as regras de etiqueta neste novo meio de comunicação. Mas eu não adiciono automaticamente todo mundo que me segue. Será que ele faz isso? Hum, pode ser. Mas tanto faz. Tô feliz do mesmo jeito.
Porque o LFVeríssimo é meu ídolo desde que eu tinha uns 14 anos e li o primeiro livro dele que me caiu nas mãos. De lá pra cá, acompanho tudo o que posso da carreira dele, leio tudo (ou quase) que ele escreve - seja crônicas, livros, romances. Enfim, A-D-O-R-O o cara.
Adoro tanto que uma vez, ao encontrá-lo no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, fiquei seguindo ele por quase uma hora, até chamarem o voo dele. Não tive coragem de me aproximar e pedir um autógrafo. Sei que ele é tímido e morre de vergonha destas coisas. Eu amo tanto este cara, que não quis fazê-lo passar por este constrangimento. Me arrependo até hoje.
Agora ele me segue. Mesmo que seja apenas no Twitter e não leia nada que eu escrevo. Mas é bom saber disso. É a glória!
Mas o mais legal é que, pelo Twitter, posso ficar próxima de umas bem pessoas bem legais e saber até o que alguns ídolos estão pensando naquele momento. Tipo assim, é o máximo ler os comentários que o Luís Fernando Veríssimo faz todo dia, até duas ou três vezes por dia. Só ele pra conseguir escrever uma crônica em 140 caracteres.
E minha emoção, ontem, ao descobrir que o LFVeríssimo também me segue no Twitter! Nossa, achei que fosse ter um troço. Tá, ele pode ser gentil e ter me adicionado só por educação. Não sei bem as regras de etiqueta neste novo meio de comunicação. Mas eu não adiciono automaticamente todo mundo que me segue. Será que ele faz isso? Hum, pode ser. Mas tanto faz. Tô feliz do mesmo jeito.
Porque o LFVeríssimo é meu ídolo desde que eu tinha uns 14 anos e li o primeiro livro dele que me caiu nas mãos. De lá pra cá, acompanho tudo o que posso da carreira dele, leio tudo (ou quase) que ele escreve - seja crônicas, livros, romances. Enfim, A-D-O-R-O o cara.
Adoro tanto que uma vez, ao encontrá-lo no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, fiquei seguindo ele por quase uma hora, até chamarem o voo dele. Não tive coragem de me aproximar e pedir um autógrafo. Sei que ele é tímido e morre de vergonha destas coisas. Eu amo tanto este cara, que não quis fazê-lo passar por este constrangimento. Me arrependo até hoje.
Agora ele me segue. Mesmo que seja apenas no Twitter e não leia nada que eu escrevo. Mas é bom saber disso. É a glória!
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Eu voltei e tô com gripe!
Voltei, meu povo. Depois de tanta solicitações e emails desesperados (not!), resolvi deixar a preguiça de lado e escrever um pouco aqui. Já passou tanto tempo que o post aí de baixo tá até desatualizado. Deixei, inclusive, de fazer esta assessoria de imprensa, he. Depois eu explico. Ou não, quem sabe.
Mas voltei mesmo é pra comentar a nova gripe, ou Influenza A, ou H1N1, ou gripe suína (à escolha de cada um). Não, eu não tô com ESTA gripe. Só com a comunzinha mesmo. Tô até me sentindo discriminada. Mas tô por aqui com a tal.
Gente, quiquié isso? A mídia tá sambando em cima do assunto. Tá, eu sei que os pauteiros não podem deixar o assunto de lado, mas pelo amor de Shiva, do jeito que a coisa vai, logo, logo, vamos ter suicídios em massa de tanto medo de pegar a tal.
Minha vontade é berrar: CALMA, POVO! Agora vem até o governador decretar suspensão das aulas nas escolas estaduais; e os reitores das faculdades e os prefeitos fazerem o mesmo. Como se adiantasse alguma coisa. O povo não vai pra aula mas vai pras baladas, pro cinema, shopping, o escambau. Até parece que vão ficar tudo quietinho em casa, pois sim.
E a dengue, enquanto isso, vai comendo pelas beiradas. Este ano, Londrina já registrou metade dos casos de dengue contabilizados em 2008 e mal passamos o meio do ano. Enquanto isso, tivemos um, eu disse UM, caso de gripe suína confirmado. E a mulher nem morreu. Sinceramente, tô mais preocupada com a dengue - cuja prevenção não depende só de mim, mas também do sacana do meu vizinho que não esvazia pneus, pratos e etc. - do que com um viruzinho que nem vai me matar.
Do jeito que vai, a coisa vai muito mal, né não.
PS- Enfim, me rendi. Tô no Twitter, também.
Mas voltei mesmo é pra comentar a nova gripe, ou Influenza A, ou H1N1, ou gripe suína (à escolha de cada um). Não, eu não tô com ESTA gripe. Só com a comunzinha mesmo. Tô até me sentindo discriminada. Mas tô por aqui com a tal.
Gente, quiquié isso? A mídia tá sambando em cima do assunto. Tá, eu sei que os pauteiros não podem deixar o assunto de lado, mas pelo amor de Shiva, do jeito que a coisa vai, logo, logo, vamos ter suicídios em massa de tanto medo de pegar a tal.
Minha vontade é berrar: CALMA, POVO! Agora vem até o governador decretar suspensão das aulas nas escolas estaduais; e os reitores das faculdades e os prefeitos fazerem o mesmo. Como se adiantasse alguma coisa. O povo não vai pra aula mas vai pras baladas, pro cinema, shopping, o escambau. Até parece que vão ficar tudo quietinho em casa, pois sim.
E a dengue, enquanto isso, vai comendo pelas beiradas. Este ano, Londrina já registrou metade dos casos de dengue contabilizados em 2008 e mal passamos o meio do ano. Enquanto isso, tivemos um, eu disse UM, caso de gripe suína confirmado. E a mulher nem morreu. Sinceramente, tô mais preocupada com a dengue - cuja prevenção não depende só de mim, mas também do sacana do meu vizinho que não esvazia pneus, pratos e etc. - do que com um viruzinho que nem vai me matar.
Do jeito que vai, a coisa vai muito mal, né não.
PS- Enfim, me rendi. Tô no Twitter, também.
terça-feira, 30 de junho de 2009
ROBOTEC FAIR terá robôs japoneses

Autômatos humanóides, participantes da competição internacional Robo One, estarão no Parque Barigüi fazendo show diários
Quatro robôs japoneses – Afuro, Tokotokomaru e dois KHR - serão uma das atrações para o grande público da Robotec Fair 2009 – Feira Internacional de Robótica e Tecnologia, que acontece de 21 a 25 de outubro, no Pavilhão de Exposições do Parque Barigüi, em Curitiba (PR). Os robôs farão duas apresentações por dia, de 30 minutos cada, em shows voltados para crianças e estudantes mas capazes de atrair uma multidão. Esta será a primeira apresentação dos robôs no Brasil.
Afuro, Tokotokomaru e HHR são robôs pequenos, com 40 cm (os dois primeiros) e 30 cm, com pesos que variam entre 300 gramas a 1,3 kg., e que participam disputas internacionais como o Robo One, um tradicional evento de robôs humanóides e autônomos que acontece no Japão, Estados Unidos e Coréia do Sul. Nesta competição, os robôs competem entre si – no chamado combate - executando determinadas tarefas. Os vencedores da competição e seus criadores recebem prêmios em dinheiro.
Afuro é um simpático robô em estilo afro, que canta e dança, criado por Yusuke Sugawara. Tokotokomaru é uma linda japonesinha também preparada para dançar e encantar o público. Mas apesar de sua beleza, Tokotokomaru - criada Azusa Amino – também entra em disputas de força com outros robôs. Já os dois KHR – criados pela empresa Kondo Ciência S.A – vêm ao Brasil disputar uma partida de futebol.
Um evento diferenciado - Outras atrações estão sendo planejadas para divertir e entreter o público visitante. O aspecto lúdico da feira reforça o caráter único da ROBOTEC FAIR entre as feiras de tecnologia de todo mundo: a feira reúne em um só evento os três aspectos mais interessantes para os expositores - negócios, entretenimento e científico. A maioria das feiras são voltadas para apenas um dos três. A Robotec Fair, por sua vez, foi pensada para colocar em contato empresas e seus consumidores – seja através de rodadas de negócios ou vendas em estandes – e ainda levar a produção científica que é feita dentro das universidades para o contato com empresários e público, promovendo a transferência de tecnologia e aproximando empresas dos pesquisadores para futuras parcerias.
Com um público estimado de 50 mil pessoas circulando pelos corredores do Pavilhão de Exposições do Parque Barigüi nos cinco dias de feira, a ROBOTEC FAIR terá a visitação de investidores em busca de novidades; docentes, acadêmicos e profissionais das áreas afins; e o público em geral que conhecerá de perto – e poderá adquirir – os produtos e serviços oferecidos pelos expositores.
Com estandes a partir de nove metros², o Pavilhão foi todo dividido por setores, para abrigar ilhas temáticas de acordo com o segmento de tecnologia aplicada. Além disso, uma ala inteiramente dedicada à Robótica deve atrair muita atenção, com robôs interativos participando de atividades lúdicas com o público.
Coordenação científica - O aspecto educativo do evento está sendo coordenado por uma equipe de especialistas, os professores doutores Jackson Paul Matsuura e Marcelo Nicoletti Franchi (ITA), além do professor doutor Alexandre da Silva Simões (UNESP) e a professora mestre Esther Colombini (FEI/ITA), todos experts na área de robótica e tecnologia. Os coordenadores estão programando uma série de eventos, palestras e oficinas que devem atrair a atenção de todos os interessados em robótica e tecnologia, além de atividades de iniciação científica voltadas para estudantes do ensino fundamental e médio.
www.robotecfair.com.br
Telma Elorza/Assessoria de Imprensa Robotec Fair
editor@origem.org.br
(43) 3338-0348/9116-1993
www.robotecfair.com.br
sábado, 27 de junho de 2009
Tanta coisa acontecendo e eu só penso em férias!
Pois é, meus leitores-fantasmas. Tem tanta coisa acontecendo que mereceriam virar posts e eu só penso em tirar férias! Tô trabalhando muito e quase sem tempo pra atualizar este humilde blog. Aliás, sem tempo e sem cabeça. Quando penso em ligar o computador com este objetivo, minha cama me chama e eu acabo não resistindo.
Estou há dois anos trabalhando direto, com assessorias, jornal (onde faço pauta, reportagens, coordeno uma equipe e ainda edito - sem contar o cafezinho de todas as tardes, he) além de revisar outro jornal pra um amigo muito querido. Resultado? Tô de bateria arriada. Se o Clive Owen chegasse e me desse uma cantada agora, eu iria dispensá-lo. Huuum, pensando bem, acho que não, hoho.
O problema é que férias, agora, estão fora de cogitação. Então, se eu ficar um pouco afastada, me perdoem. Prometo que vou tentar fazer, pelo menos, um post por semana. E tenho dito.
Estou há dois anos trabalhando direto, com assessorias, jornal (onde faço pauta, reportagens, coordeno uma equipe e ainda edito - sem contar o cafezinho de todas as tardes, he) além de revisar outro jornal pra um amigo muito querido. Resultado? Tô de bateria arriada. Se o Clive Owen chegasse e me desse uma cantada agora, eu iria dispensá-lo. Huuum, pensando bem, acho que não, hoho.
O problema é que férias, agora, estão fora de cogitação. Então, se eu ficar um pouco afastada, me perdoem. Prometo que vou tentar fazer, pelo menos, um post por semana. E tenho dito.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Profissão: jornalista
Pronto, agora qualquer Zé Mané acha que vai poder escrever qualquer coisa em qualquer jornal. Ayres Brito me decepcionou. Onde ele viu que jornalismo é parte literatura parte arte? Só se for na cabeça do excelentíssimo ministro.
Daqui a pouco, vai ter um monte de neguinho que mal sabe escrever se dizendo jornalista. Aliás, já tem, né? Só vai piorar.
Este Brasil só me dá orgulho.
Daqui a pouco, vai ter um monte de neguinho que mal sabe escrever se dizendo jornalista. Aliás, já tem, né? Só vai piorar.
Este Brasil só me dá orgulho.
terça-feira, 16 de junho de 2009
Então, tá.
A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou hoje o projeto de lei que propõe o fim dos fusos horários no Brasil. Pela proposta, todos os Estados passam a adotar o horário de Brasília (hora legal).
Legal. Daqui a pouco, o Senado vai querer revogar a Lei da Gravidade no Brasil. Que, afinal, não serve mesmo pra nada, não é mesmo?
Legal. Daqui a pouco, o Senado vai querer revogar a Lei da Gravidade no Brasil. Que, afinal, não serve mesmo pra nada, não é mesmo?
segunda-feira, 15 de junho de 2009
True Blood
Tenho que confessar: adoro vampiros. E estou mais que animada porque hoje à noite vou baixar o primeiro episódio da segunda temporada de True Blood, que estreou ontem, no EUA. Nossa, vai ser uma supernoitada com o vampiro Bill, hehehe. Melhor ainda que o Stephen Moyer faz muito meu tipo, ho.
Minha paixão por vampiros começou há séculos, com o Drácula de Bram Stocker (o livro, não o filme). Só depois vieram os filmes e as séries. Hoje, tenho em minha biblioteca vários livros sobre vampiros, de todos os tipos. Inclusive os brasileiros de André Vianco, passando por "A Hora do Vampiro", de Stephen King; a saga dos vampiros meio gays (dá pra ser meio gay?) da Anne Rice e até o "Morto até o anoitecer", de Charlaine Harris, que deu origem à série True Blood.
Também tenho todos os três já lançados no Brasil da série de vampiros para adolescentes "Crepúsculo", um água com açúcar gótico que está levando as menininhas ao delírio com Edward, o último dos vampiros românticos. É legal mas eu prefiro o Bill, que não se nega a fazer sexo com uma mortal e ainda morde ela, sem o mínimo sem pudor, hoho.
Dessa nova safra, um dos melhores - que li recentemente - foi "Prazeres Malditos", de Laurell K. Hamilton. Nos EUA, a saga da caçadora de vampiros e ressucitadora de mortos (eba!) Anita Blake já deve andar pelo 12o. livro. Aqui, no Brasil, ainda estou esperando a Rocco lançar o segundo volume, saco.
O melhor é que isto deve acontecer logo. Com a onda do Crepúsculo, está pipocando um monte de livros sobre vampiros. E eu estou aproveitando. Já encomendei mais dois para o Submarino, he. Tô só no aguardo, contando os minutos e roendo as unhas.
Ah, só pra completar: também gosto de zumbis, lobisomens e outras coisitas mais, hahaha. Só não sou muito chegada em aliens, porém quero ETs no Brasil, ho. Mas isto fica pra outra hora.
Minha paixão por vampiros começou há séculos, com o Drácula de Bram Stocker (o livro, não o filme). Só depois vieram os filmes e as séries. Hoje, tenho em minha biblioteca vários livros sobre vampiros, de todos os tipos. Inclusive os brasileiros de André Vianco, passando por "A Hora do Vampiro", de Stephen King; a saga dos vampiros meio gays (dá pra ser meio gay?) da Anne Rice e até o "Morto até o anoitecer", de Charlaine Harris, que deu origem à série True Blood.
Também tenho todos os três já lançados no Brasil da série de vampiros para adolescentes "Crepúsculo", um água com açúcar gótico que está levando as menininhas ao delírio com Edward, o último dos vampiros românticos. É legal mas eu prefiro o Bill, que não se nega a fazer sexo com uma mortal e ainda morde ela, sem o mínimo sem pudor, hoho.
Dessa nova safra, um dos melhores - que li recentemente - foi "Prazeres Malditos", de Laurell K. Hamilton. Nos EUA, a saga da caçadora de vampiros e ressucitadora de mortos (eba!) Anita Blake já deve andar pelo 12o. livro. Aqui, no Brasil, ainda estou esperando a Rocco lançar o segundo volume, saco.
O melhor é que isto deve acontecer logo. Com a onda do Crepúsculo, está pipocando um monte de livros sobre vampiros. E eu estou aproveitando. Já encomendei mais dois para o Submarino, he. Tô só no aguardo, contando os minutos e roendo as unhas.
Ah, só pra completar: também gosto de zumbis, lobisomens e outras coisitas mais, hahaha. Só não sou muito chegada em aliens, porém quero ETs no Brasil, ho. Mas isto fica pra outra hora.
terça-feira, 9 de junho de 2009
VIVER MATA!
Tá, eu sei que estou ficando paranóica com o assunto, mas não dá pra ficar calada sobre um ato que afeta minha vida. Nosso amado governador, Roberto Requião, enviou ontem para a Assembléia Legislativa o projeto de lei proibindo o fumo em todos os locais coletivos, públicos e privados, do Paraná. Ou seja, copiou o careca de São Paulo. Invejoso, humft. A sorte é que alguns legisladores (rá) querem discutir em audiência pública o fato e defendem a inclusão de áreas isoladas (os chamados fumódromos).
Tá, mas mesmo assim, agora que é cobra vai fumar mesmo. Porque, se forem consultar a Comissão de Saúde, os ditos especialistas vão ser radicais e nem vão querer permiterem os fumódromos. Mas, puta que o pariu! Será que este povo não percebe que não é só o cigarro que mata? VIVER mata, porra!
A vida dá rugas, pelancas, fios brancos, aquele monte de ite (bursite, artrite, labirintite e outros ites), faz cair os seios e o pinto e, no fim, a gente vai embora de qualquer jeito. Por bem ou por mal. Esperneando ou não. Querendo ou não.
Então, vamos proibir tudo: o sexo sem camisinha, agrotóxicos nos alimentos, voos regulares, motoristas displicentes, buracos nas estradas, balas perdidas, falta de leito em UTIs, enfim qualquer coisa que venha a contribuir para encurtar uma vida.
Aliás, se é para proibir vícios alheios, o álcool deveria ser banido dos bares, né não? Como disse um anônimo no meu post "Pelo direito de fumar em paz", ninguém nunca viu uma manchete do tipo: "Fumou dois maços de cigarros no bar e, quando saiu, atropelou uma família que estava no ponto de ônibus". Tá, tudo bem, o título estaria muito grande e nunca seria usado desse jeito por nenhum jornal, ho. Mas é uma verdade.
Agora, eu fico me perguntando: que vida é essa que estes não fumantes neuróticos vivem? Será que eles só comem alimentos orgânicos, com muitas fibras e verduras, passam longe de carne vermelha, eliminaram a gordura, cortaram cafeína, se exercitam regularmente, moram em áreas longe da poluição de carros e indústrias, se abstêm totalmente de álcool E outras drogas, como os Big Macs e Coca-Colas da vida (para não falar de coisa pior)? Será que andam 24 horas por dia com seguranças, coletes à prova de bala, carros blindados? Será que eles, ao menos, têm vida sexual? Pois eu duvido.
No fim, meus caros, nada disso vai adiantar. O destino de qualquer um é um caixão. Exemplifico: o pai de um amigo bebeu sua pinguinha e fumou a vida inteira. Aos 76 anos, a família fez tanta pressão que ele parou com os dois. Uma semana depois, foi atropelado em frente à sua casa e morreu.
Quer outro exemplo ainda mais dramático? Meu pai nunca fumou, nunca bebeu, sempre se cuidou, fazia exames periódicos, trabalhava muito, não tinha uma vida sedentária. Hoje, está em cima de uma cama, com Mal de Alzheimer. Não fala, não anda, não se alimenta sozinho. Não reconhece nem a própria família. Tem apenas 75 anos, mas é quase um vegetal.
Não, obrigado. Vou viver a minha vida. Fumando, comendo carne vermelha e tomando meu vinhozinho. E, quando a morte chegar, ainda vou brigar com ela.
Tá, mas mesmo assim, agora que é cobra vai fumar mesmo. Porque, se forem consultar a Comissão de Saúde, os ditos especialistas vão ser radicais e nem vão querer permiterem os fumódromos. Mas, puta que o pariu! Será que este povo não percebe que não é só o cigarro que mata? VIVER mata, porra!
A vida dá rugas, pelancas, fios brancos, aquele monte de ite (bursite, artrite, labirintite e outros ites), faz cair os seios e o pinto e, no fim, a gente vai embora de qualquer jeito. Por bem ou por mal. Esperneando ou não. Querendo ou não.
Então, vamos proibir tudo: o sexo sem camisinha, agrotóxicos nos alimentos, voos regulares, motoristas displicentes, buracos nas estradas, balas perdidas, falta de leito em UTIs, enfim qualquer coisa que venha a contribuir para encurtar uma vida.
Aliás, se é para proibir vícios alheios, o álcool deveria ser banido dos bares, né não? Como disse um anônimo no meu post "Pelo direito de fumar em paz", ninguém nunca viu uma manchete do tipo: "Fumou dois maços de cigarros no bar e, quando saiu, atropelou uma família que estava no ponto de ônibus". Tá, tudo bem, o título estaria muito grande e nunca seria usado desse jeito por nenhum jornal, ho. Mas é uma verdade.
Agora, eu fico me perguntando: que vida é essa que estes não fumantes neuróticos vivem? Será que eles só comem alimentos orgânicos, com muitas fibras e verduras, passam longe de carne vermelha, eliminaram a gordura, cortaram cafeína, se exercitam regularmente, moram em áreas longe da poluição de carros e indústrias, se abstêm totalmente de álcool E outras drogas, como os Big Macs e Coca-Colas da vida (para não falar de coisa pior)? Será que andam 24 horas por dia com seguranças, coletes à prova de bala, carros blindados? Será que eles, ao menos, têm vida sexual? Pois eu duvido.
No fim, meus caros, nada disso vai adiantar. O destino de qualquer um é um caixão. Exemplifico: o pai de um amigo bebeu sua pinguinha e fumou a vida inteira. Aos 76 anos, a família fez tanta pressão que ele parou com os dois. Uma semana depois, foi atropelado em frente à sua casa e morreu.
Quer outro exemplo ainda mais dramático? Meu pai nunca fumou, nunca bebeu, sempre se cuidou, fazia exames periódicos, trabalhava muito, não tinha uma vida sedentária. Hoje, está em cima de uma cama, com Mal de Alzheimer. Não fala, não anda, não se alimenta sozinho. Não reconhece nem a própria família. Tem apenas 75 anos, mas é quase um vegetal.
Não, obrigado. Vou viver a minha vida. Fumando, comendo carne vermelha e tomando meu vinhozinho. E, quando a morte chegar, ainda vou brigar com ela.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Aviso aos leitores
Queridos leitores, este blog NÃO é um blog especializado em política. Nem em nenhuma outra coisa. Eu escrevo o que me dá na cabeça. Se, por acaso, eu resolvo falar sobre política é apenas circunstancial. Então parem de me cobrar uma postura séria. Eu não sou séria, ho.
2012 ou você tem medo de morrer?
Esta semana, uma pessoa que eu nem conheço direito chegou em mim para reclamar que não deveria ter defendido o direito de fumar neste blog. Sua reclamação era que eu, como formadora de opinião, deveria pensar que estou dando mau exemplo para crianças e adolescentes, fazendo apologia ao fumo e, portanto, estimulando o vício. Ela não chegou a este ponto mas deu a entender que, em consequência da leitura do blog, estaria condenando milhões de inocentes à morte.
Tenho que confessar: fiquei pasma e até sem resposta na hora (difícil acontecer mas acontece). Gente, como sou má! Meu humilde bloguezinho ser responsável por um genocídio! Caraca, que responsa. Hitler deve estar se revirando na cova. Vai perder o posto de maior carrasco da humanidade para a Telma Elorza!
Naquele mesmo dia, li uma revista que trazia reportagem sobre a discreta histeria (histeria pode ser discreta?) sobre a tal da profecia maia do fim do mundo em 2012. O quê, você não sabe? Então deixa eu esclarecer: em 21 de dezembro de 2012, segundo os maias, vai ser a data do fim do mundo. Porque, neste dia, a Terra vai estar alinhada com o Sol e com o centro da galáxia, a Via Lactéa, onde está um buraco negro. Alguns cientistas já confirmaram que o fenômeno vai realmente ocorrer, como vem ocorrendo de 26 mil em 26 mil anos. Para os maias, este evento terá a força suficiente para que o mundo, como o conhecemos, desapareça totalmente.
Ufa! Você, leitor fantasma, não pode imaginar como fiquei aliviada. Afinal, não sou só eu que vou matar milhões de pessoas porque, um dia, reivindiquei o direito de fumar em paz.
Agora estou me sentindo bem de novo. Só acho uma pena que não vamos ter tempo de ver a Copa do Mundo no Brasil (pra quem não reconhece, isto é uma ironia, ok?).
Tenho que confessar: fiquei pasma e até sem resposta na hora (difícil acontecer mas acontece). Gente, como sou má! Meu humilde bloguezinho ser responsável por um genocídio! Caraca, que responsa. Hitler deve estar se revirando na cova. Vai perder o posto de maior carrasco da humanidade para a Telma Elorza!
Naquele mesmo dia, li uma revista que trazia reportagem sobre a discreta histeria (histeria pode ser discreta?) sobre a tal da profecia maia do fim do mundo em 2012. O quê, você não sabe? Então deixa eu esclarecer: em 21 de dezembro de 2012, segundo os maias, vai ser a data do fim do mundo. Porque, neste dia, a Terra vai estar alinhada com o Sol e com o centro da galáxia, a Via Lactéa, onde está um buraco negro. Alguns cientistas já confirmaram que o fenômeno vai realmente ocorrer, como vem ocorrendo de 26 mil em 26 mil anos. Para os maias, este evento terá a força suficiente para que o mundo, como o conhecemos, desapareça totalmente.
Ufa! Você, leitor fantasma, não pode imaginar como fiquei aliviada. Afinal, não sou só eu que vou matar milhões de pessoas porque, um dia, reivindiquei o direito de fumar em paz.
Agora estou me sentindo bem de novo. Só acho uma pena que não vamos ter tempo de ver a Copa do Mundo no Brasil (pra quem não reconhece, isto é uma ironia, ok?).
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Ai, minha santa paciência! (*)
- Pedófilo é aquele cara que gosta de pés, né?
- Esse povo que tem muito dinheiro faz cada coisa absurda. Onde já se viu comprar um carro e mandar cortar? (Sobre uma Saveiro)
- Então, eu fui na Loja do Baú pra ver se tinha um liguificador mas tava mais caro que nas Lojas Bahia...
- Ai, menina, ele me deu uma surra de pau a noite inteirinha, tô toda assada...
- Que menina linda, linda! Ah, é menino?
- Adoro jacaré. Acarajé? Ah, é tudo fruto do mar mesmo....
- Eu vou fazer foto pra publicidade, vão colocar naqueles hot-dogs grandões!
- Eu disconcordo!
- A independência do Brasil foi decretada em 7 de setembro de 1889, por Dom Pedro I, então imperador de Portugal.
- Não gostei muito do Louvre, não. Só tem velharia lá.
- O morto foi encontrado tentando sair do carro.
- Ela estava viva quando morreu.
- Marilândia não é cidade que Elvis morreu?
- Eu se fodi!
- Vamos numa churrascaria? Tô a fim de encher o cu de carne!
(*)Infelizmente, todas estas bobagens já foram ditas ou escritas por alguém, algum dia. Pior, por gente com bom nível de escolaridade. Eu presenciei a maioria delas.
- Esse povo que tem muito dinheiro faz cada coisa absurda. Onde já se viu comprar um carro e mandar cortar? (Sobre uma Saveiro)
- Então, eu fui na Loja do Baú pra ver se tinha um liguificador mas tava mais caro que nas Lojas Bahia...
- Ai, menina, ele me deu uma surra de pau a noite inteirinha, tô toda assada...
- Que menina linda, linda! Ah, é menino?
- Adoro jacaré. Acarajé? Ah, é tudo fruto do mar mesmo....
- Eu vou fazer foto pra publicidade, vão colocar naqueles hot-dogs grandões!
- Eu disconcordo!
- A independência do Brasil foi decretada em 7 de setembro de 1889, por Dom Pedro I, então imperador de Portugal.
- Não gostei muito do Louvre, não. Só tem velharia lá.
- O morto foi encontrado tentando sair do carro.
- Ela estava viva quando morreu.
- Marilândia não é cidade que Elvis morreu?
- Eu se fodi!
- Vamos numa churrascaria? Tô a fim de encher o cu de carne!
(*)Infelizmente, todas estas bobagens já foram ditas ou escritas por alguém, algum dia. Pior, por gente com bom nível de escolaridade. Eu presenciei a maioria delas.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Em horário nobre!
Então eu tava sapeando pelo UOL para ver o que eu não vi ontem. Aí me deparei com a cobertura da estréia do reality "A Fazenda", da Record. Xereta, como sempre, fui passear pelas fotenhas do primeiro dia. E me deparei com isto:

Gente, boquete em pleno horário nobre! E na TV aberta! E eu que achava que já havia visto de tudo! Hahahaha!
Clique na foto para deixá-la do tamanho de seu senso de putaria!

Gente, boquete em pleno horário nobre! E na TV aberta! E eu que achava que já havia visto de tudo! Hahahaha!
Clique na foto para deixá-la do tamanho de seu senso de putaria!
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Teimosia dupla
Então eu tava sapeando pelo Orkut e descobri uma comunidade chamada Taurina, Teimosa e Atrevida. Bem, é a minha cara, hohoho. Sou taurina e descendente de espanhóis (pior, dos dois lados da família, he). Resultado, teimosia dupla na personalidade. Ou como me diz uma amiga: não sou teimosa. Sou é persistente demais, ho.
E sou, viu? Quando encasqueto com alguma coisa, vou até o fim, independente do resultado. O que me frustra é deixar as coisas pelo meio. E isto vale pra tudo: do trabalho aos relacionamentos pessoais. Sorte que, ao contrário da maioria das pessoas do meu signo (não acredito nestas coisas, porém nunca deixo de dar uma olhadinha em horóscopos. Vai saber, né não? O seguro morreu de velho, ho), sou muito racional e procuro sempre pensar antes de agir. Se não, tava perdida. Seria um pegapacapá por qualquer coisa, principalmente na TPM.
Porém, como qualquer outra boa teimosa, defendo meus pontos de vista com unhas e dentes. Pra me convencer a mudar de idéia, é preciso ter boa argumentação. Se me provar por A+B que estou errada, tudo bem, aceito. E peço até desculpas, se for o caso. Mas, se não...,hehehe. Morro jurando que sabão é queijo, como em uma velha piada sobre um espanhol teimoso.
Ah, também não sou ciumenta, como dizem que os taurinos são. Isso é só pro caso de alguém se interessar, hohoho.
E sou, viu? Quando encasqueto com alguma coisa, vou até o fim, independente do resultado. O que me frustra é deixar as coisas pelo meio. E isto vale pra tudo: do trabalho aos relacionamentos pessoais. Sorte que, ao contrário da maioria das pessoas do meu signo (não acredito nestas coisas, porém nunca deixo de dar uma olhadinha em horóscopos. Vai saber, né não? O seguro morreu de velho, ho), sou muito racional e procuro sempre pensar antes de agir. Se não, tava perdida. Seria um pegapacapá por qualquer coisa, principalmente na TPM.
Porém, como qualquer outra boa teimosa, defendo meus pontos de vista com unhas e dentes. Pra me convencer a mudar de idéia, é preciso ter boa argumentação. Se me provar por A+B que estou errada, tudo bem, aceito. E peço até desculpas, se for o caso. Mas, se não...,hehehe. Morro jurando que sabão é queijo, como em uma velha piada sobre um espanhol teimoso.
Ah, também não sou ciumenta, como dizem que os taurinos são. Isso é só pro caso de alguém se interessar, hohoho.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Momento mulherzinha
Realizei um sonho de consumo: comprei um scarpin .... de oncinha! Você pode me perguntar: mas o que você vai fazer com um acessório tão perua? E eu respondo: sei lá. Mas comprei, hehehehe. Aliás, calço ele agora. De shorts e camiseta regata, hahahaha. Esquisito é pouco mas estou adorando usá-lo, mesmo que seja em casa, em frente ao computador.
Confesso, tenho um lado perua. Adoro coisas brilhantes, seja em roupas ou acessórios. Não posso ver uma blusinha toda bordada na vitrine que paro para observar os detalhes. Sabe aquelas bijuterias enormes, cheias de pedras? Adivinha. Adoro! Mas, felizmente para meu bolso, não uso nada disso. Meu estilo é mesmo o básico: calça jeans, camiseta lisa e tênis. All Star, desde sempre, claro. Não sou eu que sigo a moda rocker, eles que me seguem, hehehehe.
Sou tão básica, que vou trabalhar assim. Sei que parece estranho uma editora/assessora de imprensa se vestir como uma estudante universitária. Até tento usar uma coisinha ou outra diferente, de vez em quando, mas não me sinto bem. Quando tenho que usar salto, é um tormento. Meus pobres pezinhos geralmente acabam cheios de bolhas e/ou em carne viva.
Quem sempre sofreu com este meu jeito é minha mãe. Quando eu era criança, ela tentava me enfiar em vestidinhos de babados, fitas e que tais. Geralmente, o vestido terminava rasgado, sujo e totalmente imprestável porque eu não sabia me comportar como uma menininha normal.
Na adolescência, minha mãe queria me ver em sedas, rendas e salto alto. E eu roubava as camisetas de dormir do meu pai (eram tão macias, grandes e confortáveis) e ia para as baladas com elas. Até podia, de vez em quando, em ocasiões especiais, usar uma camisa de seda. Mas do jeans, eu não abria mão.
O máximo que nossos gostos, o meu e de minha mãe, bateram foi a respeito de uma saia de couro que uma tia minha fez (seguindo rigorosamente minhas especificações, claro). Esta saia e umas duas outras (uma vermelha rodada e uma azul de pregas) foram as únicas que já usei com gosto, depois dos 14 anos de idade. A última saia que tive foi uma longa, xadrez preto e branco, que usava com tênis e, claro, camiseta. Mas isso faz mais de....ixi, deixa prá lá.
Mas voltando ao scarpin de oncinha, sempre achei um luxo sapatos assim. Agora que tenho, vou tentar usá-lo na rua. Mas, me conhecendo, acho que vai mesmo ficar como um fetiche: de vez em quando, tiro do armário, calço e me delicio, hehehehehe.
Confesso, tenho um lado perua. Adoro coisas brilhantes, seja em roupas ou acessórios. Não posso ver uma blusinha toda bordada na vitrine que paro para observar os detalhes. Sabe aquelas bijuterias enormes, cheias de pedras? Adivinha. Adoro! Mas, felizmente para meu bolso, não uso nada disso. Meu estilo é mesmo o básico: calça jeans, camiseta lisa e tênis. All Star, desde sempre, claro. Não sou eu que sigo a moda rocker, eles que me seguem, hehehehe.
Sou tão básica, que vou trabalhar assim. Sei que parece estranho uma editora/assessora de imprensa se vestir como uma estudante universitária. Até tento usar uma coisinha ou outra diferente, de vez em quando, mas não me sinto bem. Quando tenho que usar salto, é um tormento. Meus pobres pezinhos geralmente acabam cheios de bolhas e/ou em carne viva.
Quem sempre sofreu com este meu jeito é minha mãe. Quando eu era criança, ela tentava me enfiar em vestidinhos de babados, fitas e que tais. Geralmente, o vestido terminava rasgado, sujo e totalmente imprestável porque eu não sabia me comportar como uma menininha normal.
Na adolescência, minha mãe queria me ver em sedas, rendas e salto alto. E eu roubava as camisetas de dormir do meu pai (eram tão macias, grandes e confortáveis) e ia para as baladas com elas. Até podia, de vez em quando, em ocasiões especiais, usar uma camisa de seda. Mas do jeans, eu não abria mão.
O máximo que nossos gostos, o meu e de minha mãe, bateram foi a respeito de uma saia de couro que uma tia minha fez (seguindo rigorosamente minhas especificações, claro). Esta saia e umas duas outras (uma vermelha rodada e uma azul de pregas) foram as únicas que já usei com gosto, depois dos 14 anos de idade. A última saia que tive foi uma longa, xadrez preto e branco, que usava com tênis e, claro, camiseta. Mas isso faz mais de....ixi, deixa prá lá.
Mas voltando ao scarpin de oncinha, sempre achei um luxo sapatos assim. Agora que tenho, vou tentar usá-lo na rua. Mas, me conhecendo, acho que vai mesmo ficar como um fetiche: de vez em quando, tiro do armário, calço e me delicio, hehehehehe.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Estatísticas
Adoro estatísticas. Acho que deveria ter pensado uma carreira nesta área, ao invés de jornalismo. Seria muito mais calminha, he. É mais tranquilo lidar com números que com gente. Afinal, números não mentem, não fingem, não querem passar a perna em nenhum outro numerozinho. Eles são e pronto. Absolutos, ho.
Bom, por causa disso, instalei ali em baixo, no blog, um programinha chamado Google Analytics, que é mais que um contador de visitantes do site. Ele me proporciona uma visão geral sobre quem são meus leitores, de onde vem, em que hora acessam, que tipo de navegador usam e muitos outros detalhes interessantes. Calma, anônimo, ele (ainda) não pega nome e CPF, hehehe.
Eu gostei tanto que quero partilhar algumas informações como vocês. Veja bem, desde que instalei o programinha, há 15 dias, já fui lida por pessoas de cinco países: Brasil, Estados Unidos, Cabo Verde, Portugal e Nova Zelândia. Estou ficando internacional, ho. Aliás, Cabo Verde não pertence a Portugal? Nossa, tô mesmo por fora. Enfim, de Portugal, sou lida por pessoas de quatro cidades diferentes.
No Brasil, meu humilde bloguezinho é visitado por leitores de 36 cidades diferentes, até de Manaus! Só falta me aparecer alguém do Acre. Aí eu vou ficar desconfiada porque o Acre não existe. Bricadeirinha, ho!
A maioria dos meus leitores, mais de 48%, é de Londrina. E 72% chegam aqui através de outros blogues, como o Paçoca com Cebola (maioria absoluta), Baixo Clero e outros. Alguns vem pelo meu perfil no Orkut. Outros ainda (12,98%), por mecanismo de busca através de palavras-chaves. A mais acessada, nesta categoria, é "Vá pra Puta que o Pariu". Incrível como tem gente querendo mandar alguém pra este lugarzinho, né não?
O horário preferido para lerem minhas bobagens aqui é às 13 horas, em pleno horário de almoço. Sei como é. Voltou do almoço um pouco mais cedo, tá lá de bobeira, resolve dar uma sapeada na internet e vai ver qual a besteira do dia, he. Enfim, também faço isso. Bom, meus leitores passam uma média de 1,45 minuto no blog. E como só leem o post do dia, eu tenho uma taxa de rejeição de 76,58%, segundo o Google Analytics. A taxa de rejeição, de acordo a explicação do próprio, é verificada pelo número de páginas visitadas no site. Ou seja, se você tem um site e o leitor clica ali pra conhecer melhor seu produto, seu blog não é rejeitado.
A maioria dos meus leitores (78%) ainda utiliza o Internet Explorer como navegador e 18% o Firefox. Uns poucos já estão com o Chrome e um deles utiliza o Opera. Eu nunca tinha sequer ouvido falar neste tal Opera. Alguém pode me dizer se é bom?
Pra finalizar, por incrível que pareça, 1,9% dos leitores ainda utilizam a internet discada. Nossa, como conseguem?
Enfim, é isso. Legal, né não?
Bom, por causa disso, instalei ali em baixo, no blog, um programinha chamado Google Analytics, que é mais que um contador de visitantes do site. Ele me proporciona uma visão geral sobre quem são meus leitores, de onde vem, em que hora acessam, que tipo de navegador usam e muitos outros detalhes interessantes. Calma, anônimo, ele (ainda) não pega nome e CPF, hehehe.
Eu gostei tanto que quero partilhar algumas informações como vocês. Veja bem, desde que instalei o programinha, há 15 dias, já fui lida por pessoas de cinco países: Brasil, Estados Unidos, Cabo Verde, Portugal e Nova Zelândia. Estou ficando internacional, ho. Aliás, Cabo Verde não pertence a Portugal? Nossa, tô mesmo por fora. Enfim, de Portugal, sou lida por pessoas de quatro cidades diferentes.
No Brasil, meu humilde bloguezinho é visitado por leitores de 36 cidades diferentes, até de Manaus! Só falta me aparecer alguém do Acre. Aí eu vou ficar desconfiada porque o Acre não existe. Bricadeirinha, ho!
A maioria dos meus leitores, mais de 48%, é de Londrina. E 72% chegam aqui através de outros blogues, como o Paçoca com Cebola (maioria absoluta), Baixo Clero e outros. Alguns vem pelo meu perfil no Orkut. Outros ainda (12,98%), por mecanismo de busca através de palavras-chaves. A mais acessada, nesta categoria, é "Vá pra Puta que o Pariu". Incrível como tem gente querendo mandar alguém pra este lugarzinho, né não?
O horário preferido para lerem minhas bobagens aqui é às 13 horas, em pleno horário de almoço. Sei como é. Voltou do almoço um pouco mais cedo, tá lá de bobeira, resolve dar uma sapeada na internet e vai ver qual a besteira do dia, he. Enfim, também faço isso. Bom, meus leitores passam uma média de 1,45 minuto no blog. E como só leem o post do dia, eu tenho uma taxa de rejeição de 76,58%, segundo o Google Analytics. A taxa de rejeição, de acordo a explicação do próprio, é verificada pelo número de páginas visitadas no site. Ou seja, se você tem um site e o leitor clica ali pra conhecer melhor seu produto, seu blog não é rejeitado.
A maioria dos meus leitores (78%) ainda utiliza o Internet Explorer como navegador e 18% o Firefox. Uns poucos já estão com o Chrome e um deles utiliza o Opera. Eu nunca tinha sequer ouvido falar neste tal Opera. Alguém pode me dizer se é bom?
Pra finalizar, por incrível que pareça, 1,9% dos leitores ainda utilizam a internet discada. Nossa, como conseguem?
Enfim, é isso. Legal, né não?
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Semaninha da porra!
Até que enfim é sexta-feira! Depois de uma semana trabalhando como uma camela e gastando toneladas de lenços de papel com uma gripe fdp que peguei, ainda me vem uma TPM desgraçada pra piorar as coisas. E, como cereja do bolo, a alergia atacou de novo. Saco. Você, leitor, pode imaginar o meu humor. Este fim de semana promete muito líquido e edredom na cama. Sem telefone ligado, sem tirar o nariz para fora da porta do apê. Até segunda (ou até eu me reestabelecer), morri pro mundo.
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